quarta-feira, 16 de dezembro de 2015

Atendimento personalizado: via e-mail, skype, telefone e WhatsApp.

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Atendo pessoas que ainda não conseguem ter um relacionamento duradouro, ainda não encontraram o parceiro de suas vidas.



Pessoas que estão num relacionamento conflituoso. Algumas me procuram já decididas pela separação e outras decididas a salvar seu relacionamento. Vejo pessoas desistindo da separação quando antes já estavam decididas por ela, e pessoas que optam por uma separação quando esta alternativa ainda não lhes parecia tão clara.



Pessoas que ainda estão ligadas ao sofrimento daquele momento ou ao ex-parceiro e por isso não conseguem levar a vida adiante.



Pessoas que querem reconquistar o (a) ex.




Para todos os casos, meus clientes compreendem que a vida vale a pena ser vivida em sua mais profunda intensidade. Que momentos simples e singelos são tão significativos quanto datas especiais, e que vale a pena investirmos nos nossos relacionamentos. Casais felizes fazem uma sociedade melhor.



Andreia Fargnoli: Especializada em relacionamentos.



Atendimentos  via e-mail, telefone e Skype e agora WhatsApp   para todos os países. 

Clientes de outros países: Transferências podem ser feitas por  Western Union.

Consulte valores no:

dicasderelacionamento@hotmail.com

Andreia Fargnoli




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sexta-feira, 17 de abril de 2015

Apaixone-se por um grande Homem

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Nós homens nos caracterizamos por ser o sexo forte, embora muitas vezes caiamos por debilidade.
Um dia, minha irmã chorava em sua casa… Com muita saudade, observei que meu pai chegou perto dela e perguntou o motivo de sua tristeza.
Escutei-os conversando por horas, mas houve uma frase tão especial que meu pai disse naquela tarde, que até o dia de hoje ainda me recordo a cada manhã e que me enche de força.
Meu pai acariciou o rosto dela e disse: “Minha filha, apaixone-se por Um Grande Homem e nunca mais voltará a chorar”.
Perguntei-me tantas vezes, qual era a fórmula exata para chegar a ser esse grande homem e não deixar-me vencer pelas coisas pequenas…
Com o passar dos anos, descobri que se tão somente todos nós homens lutássemos por ser grandes de espírito, grandes de alma e grandes de coração, O mundo seria completamente diferente!
Aprendi que um Grande Homem… Não é aquele que compra tudo o que deseja, porque muitos de nós compramos com presentes a afeição e o respeito daqueles que nos cercam.
Meu pai lhe dizia:
“Não se apaixone por um homem que só fale de si mesmo, de seus problemas, sem preocupar-se com você… Enamore-se de um homem que se interesse por você, que conheça suas forças, suas ilusões, suas tristezas e que a ajude a superá-las.
Não creia nas palavras de um homem quando seus atos dizem o oposto.
Afaste de sua vida um homem que não constrói com você um mundo melhor. Ele jamais sairá do seu lado, pois você é a sua fonte de energia…
Foge de um homem enfermo espiritual e emocionalmente, é como um câncer matará tudo o que há em você (emocional, mental, física, social e economicamente)
“Não dê atenção a um homem que não seja capaz de expressar seus sentimentos, que não queira lhe dar amor.”
Não se agarre a um homem que não seja capaz de reconhecer sua beleza interior e exterior e suas qualidades morais.
Não deixe entrar em sua vida um homem a quem tenha que adivinhar o que quer, porque não é capaz de se expressar abertamente.
Não se enamore de um homem que ao conhecê-lo, sua vida tenha se transformado em um problema a resolver e não em algo para desfrutar”.
Não se apaixone por um homem que demonstre frieza, insensibilidade, falta de atenção com você, corra léguas dele.
Não creia em um homem que tenha carências afetivas de infância e que trata de preenchê-las com a infidelidade, culpando-a, quando o problema não está em você, e sim nele, porque não sabe o que quer da vida, nem quais são suas prioridades.
Por que querer um homem que a abandonará se você não for como ele pretendia, ou se já não é mais útil?
Por que querer um homem que a trocará por um cabelo ou uma cor de pele diferente, ou por uns olhos claros, ou por um corpo mais esbelto?
Por que querer um homem que não saiba admirar a beleza que há em você, a verdadeira beleza… a do coração?
Quantas vezes me deixei levar pela superficialidade das coisas, deixando de lado aqueles que realmente me ofereciam sua sinceridade e integridade e dando mais importância a quem não valorizava meu esforço?
Custou-me muito compreender que GRANDE HOMEM não é aquele que chega no topo, nem o que tem mais dinheiro, casa, automóvel, nem quem vive rodeado de mulheres, nem muito menos o mais bonito.
Um grande homem é aquele ser humano transparente, que não se refugia atrás de cortinas de fumaça, é o que abre seu CORAÇÃO sem rejeitar a realidade, é quem admira uma mulher por seus alicerces morais e grandeza interior.
Um grande homem é o que cai e tem suficiente força para levantar-se e seguir lutando…
Hoje minha irmã está casada e feliz, e esse Grande Homem com quem se casou, não era nem o mais popular, nem o mais solicitado pelas mulheres, nem o mais rico ou o mais bonito.
Esse Grande Homem é simplesmente aquele que nunca a fez chorar… É QUEM NO LUGAR DE LÁGRIMAS LHE ROUBOU SORRISOS…
Sorrisos por tudo que viveram e conquistaram juntos, pelos triunfos alcançados, por suas lindas recordações e por aquelas tristes lembranças que souberam superar, por cada alegria que repartem e pelos 3 filhos que preenchem suas vidas.
Esse Grande Homem ama tanto a minha irmã que daria o que fosse por ela sem pedir nada em troca…
Esse Grande Homem a quer pelo que ela é, por seu coração e pelo que são quando estão juntos.
Aprendamos a ser um desses Grandes Homens, para vivenciar os anos junto de uma Grande Mulher e NADA NEM NINGUÉM NOS PODERÁ VENCER!
Envio esta mensagem aos meus AMIGOS “HOMENS”, para que lhes toque o coração e tratem de fazer crescer esse GRANDE homem que vive dentro deles.
E às minhas amigas “mulheres” para que SAIBAM ESCOLHER ESSE GRANDE HOMEM QUE DEUS TEM PARA ELAS.

Arnaldo Jabor

segunda-feira, 13 de abril de 2015

Livro - Troco o Príncipe Encantado pelo Lobo Mau

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Esperar 100 anos para receber um beijo do príncipe encantado?
Passar 365 dias do ano limpando banheiro para poder ir a um único baile no palácio?
Comer biscoito com a vovó em vez de dar unspegas no lobo mau?
Com clareza e humor, a jornalista espanhola Raquel Sánchez Silva mostra em seu livro de estréia como a mulher moderna continua refém de mitos da época dos contos de fadas e ensina o que pode ser feito para reverter esse quadro perverso. A autora acredita que está mais do que na hora das mulheres questionarem valores femininos antiquados, que só trazem sofrimento e privação, e se divertir com la vida loca da mulher do século XXI - é preciso envenenar a princesa chata que existe dentro de cada mulher e resgatar a loba que está doida para devorar aquele gatinho de boné vermelho.
"Gostaria que Troco príncipe encantado pelo lobo mau fosse uma ferramenta eficaz para aliviar a pressão e o nível de exigência a que todas as mulheres modernas estão submetidas, com a tentativa de moldar mulheres ideais, que nos vendem por meio das novelas, da maior parte dos filmes e de todas as revistas que conhecemos. Creio que este nível de exigência é inalcançável e portanto pode causar muita dor e muitos traumas. E a única maneira de superar tudo isso acredito que seja rir de e com a mulher moderna. Rir de nós mesmas," ensina Raquel.
A mensagem irreverente e original de Troco príncipe encantado pelo lobo mau é clara: as mulheres só serão felizes no amor quando abandonarem o arquétipo da princesa e aprenderem a correr atrás de seus desejos. O primeiro passo? Descartar os sapatinhos de cristal, trocar o espelho que só fala a verdade por um menos cruel, mandar o príncipe passear e se atracar com o lobo mau. A autora brinca: "Lembre-se: enquanto as princesas dormem, as bruxas voam".
"Usei contos populares por ser uma linguagem comum, que homens e mulheres podem entender. Todos sabem do que estamos falando. Se estamos falando de princesas, de bruxas, de madrastas, de princesas que querem ser bruxas, de bruxas que um dia foram princesas. Ou se falamos, por exemplo, do que preferes: ser a madrasta gótica, sexual e maravilhosa ou ser a inofensiva e inocente Branca de Neve?," explica Raquel.

domingo, 12 de abril de 2015

O amor não é eterno

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O Mito do amor romântico, eterno e incondicional, desautorizado pela experiência moderna, a literatura e o cinema, pode ter recebido um golpe mortal da ciência no início deste ano. A autora do feito é a psicóloga norte-americana Barbara Fredrickson, diretora do Laboratório de Emoções Positivas e Psicofisiologia da Universidade da Carolina do Norte, em Chapel Hill (EUA), autoridade mundial na área. Seu mais recente livro, o best-seller Love 2.0: How Our Supreme Emotion Aff ects Everything We Feel, Th ink, Do, and Become (Amor 2.0: Como Nossa Emoção Suprema Afeta Tudo o Que Sentimos, Pensamos, Fazemos e nos Tornamos), propõe, baseado na biologia do corpo, uma redefinição radical do conceito.
Em primeiro lugar, ressalta Barbara, o amor não é o que gostaríamos que ele fosse. Trata-se de uma emoção – e emoções não duram para sempre. Ninguém vive permanentemente com raiva ou com medo. O amor não é a emoção duradoura e continuamente presente que sustenta um casamento, nem a ansiedade da paixão juvenil ou o vínculo de sangue do parentesco. Tampouco existe amor individual, autônomo, isolado, pois a conexão com o outro é fundamental para a deflagração fisiológica do seu processo.
“O amor não conhece tais fronteiras”, afirma a autora. “As evidências sugerem que quando você realmente tem um ‘clique’ com alguém, uma sincronia momentânea mas discernível, emerge entre os dois, conforme os gestos, a bioquímica e as descargas neurais, se espelhando um no outro em um padrão que denomino ressonância de positividade.”
Em termos fisiológicos, o amor não dura minutos. Na verdade, o período desse “ato único, desempenhado por dois cérebros”, como diz a psicóloga, dura frações de segundo. Trata-se de “micromomentos de ressonância de positividade”, explica Barbara, fluxos de emoções positivas que podem ser compartilhados com outra pessoa – qualquer pessoa – com quem nos conectamos ao longo do dia. Podemos experienciar micromomentos de amor com nossos parceiros românticos, os filhos ou os amigos. Podemos nos apaixonar, embora momentanea mente, por candidatos menos cotados, como um estranho na rua, um colega de trabalho ou um simpático vendedor da mercearia.
“Pensar no amor puramente como romance, ou compromisso compartilhado com uma pessoa especial, certamente limita a alegria e a saúde derivadas do amor”, diz a psicóloga. “Meu conceito valoriza caminhos mais curtos para experimentar o amor, abrindo esperanças para solitários, solteiros ou viúvos.” A ideia do amor eterno como paixão eterna não evanescente é um mito e uma impossibilidade biológica.

Três protagonistas

Há três protagonistas-chave no microcenário do amor. O primeiro é o cérebro, ou, mais precisamente, os neurônios-espelhos. Eles disparam quando um animal pratica um determinado ato ou observa outro animal (em geral da mesma espécie) fazer o mesmo. Já registrados em primatas, os neurôniosespelhos supostamente existem em aves e humanos. Nesses últimos há evidências de sua presença no córtex prémotor e no lobo parietal inferior.
Quando o amor aparece, os neurônios-espelhos se comportam de forma peculiar. Um estudo feito com imagens de ressonância magnética pelo psicólogo Uri Hasson, da Universidade Princeton, sugere que um espelhamento pode ocorrer com frações de segundo de diferença entre quem inicia a ação e o parceiro, simultaneamente, ou como uma antecipação do que se espera que o outro faça. Qualquer um desses casos de entendimento mútuo e compartilhamento de emoções é um micromomento de amor, define Barbara.
O segundo protagonista-chave é a oxitocina, o hormônio do amor e do afeto. Esse componente do ancestral sistema “acalmar-se e conectar-se” dos mamíferos (oposto ao “lutar ou fugir” relacionado ao cortisol, o hormônio do estresse) age tanto no cérebro quanto no resto do corpo, estimulando as pessoas a se sentir mais confiantes e abertas a entrar em conexão.
Produzida no hipotálamo, a oxitocina é liberada em grande quantidade no sangue durante a relação sexual, mas também aparece em outros instantes de relacionamento íntimo. As pesquisas mostram que, quando a mãe ou o pai interagem afetivamente com o seu bebê, olhando-o nos olhos, abraçando-o, sorrindo e brincando com ele, os níveis de oxitocina sobem sincronicamente tanto na criança como no adulto.
O terceiro personagem é o nervo vago, que liga o cérebro ao resto do corpo, e em especial ao coração. Ele tem papel importante na coordenação e no apoio à experiência amorosa. “Totalmente fora da consciência, o nervo vago estimula micromúsculos faciais que melhoram a capacidade visual e a sincronia com as expressões faciais da outra pessoa”, explica Barbara. “Ele também ajusta os pequenos músculos do ouvido médio de modo que se possa rastrear a voz do outro em meio a qualquer barulho.” De forma sutil, mas com importantes consequências, o nervo vago aumenta as chances de nos conectarmos a outras pessoas e, assim, de chegarmos à ressonância de positividade.
Os cientistas avaliam a força do nervo vago (o tônus vagal) medindo a frequência cardíaca em conjunção com a frequência respiratória. Assim como o tônus muscular, quanto mais elevado for o tônus vagal, mais a pessoa será capaz de regular processos biológicos como a taxa de glicose no sangue e as inflamações, além de reduzir as chances de ocorrência de diabete, derrames e doenças cardíacas. O tônus aprimora o controle da atenção e das emoções, torna a pessoa mais amorosa e aumenta suas conexões positivas. A consequência são mais micromomentos de amor.

Meditação

Em uma pesquisa de 2010, Barbara Fredrickson desmontou a tese de que o tônus vagal é sempre estável. Ela designou aleatoriamente metade dos participantes do estudo a dedicar uma hora por semana, durante vários meses, à prática da meditação budista da benignidade (lovingkindness meditation), enquanto os demais funcionavam como grupo de controle.
Nessa prática, feita num ambiente silencioso, a pessoa repete, mentalmente, frases de carinho e de compaixão com desejos de paz, amor, força e bem-estar geral – inicialmente para si própria, a fim de interiorizar esses sentimentos, e depois para os outros. Todos os participantes tiveram seu tônus vagal medido antes e depois. A psicóloga constatou que os praticantes da meditação elevaram seu tônus vagal, capacitando-se para viver mais momentos de amor.
Atingir a almejada ressonância de positividade, portanto, não é exclusividade de casais enamorados ou da relação entre um bebê e sua mãe. Embora a intensidade certamente não seja a mesma, muitos contatos simples do cotidiano geram micromomentos de amor e acarretam efeitos positivos. “A conversa rotineira com o cônjuge, no café da manhã, ou uma bem-humorada interação com um estranho estão no limite inferior do espectro. Mas o que a ciência das emoções diz é que experiências modestas como essas, mas frequentes, são computadas em nosso bem-estar”, afirma a autora.
“Certamente nos lembramos melhor de experiências superintensas, mas elas não são necessariamente mais importantes em termos da nossa saúde ou da força de um relacionamento. Partilhar uma história boba, ter orgulho do cônjuge, dizer ‘obrigado’ com sinceridade constituem microinjeções de reforço que mantêm saudáveis a nós e aos nossos relacionamentos.”
A mudança na forma de ver a situação se reflete em todo o corpo, diz a psicóloga, pois repercute nas células que ele produz rotineiramente para substituir as antigas. A pessoa que se sente só e desconectada dos outros, por exemplo, provavelmente assistirá à subida dos seus níveis de cortisol, o que induzirá o sistema imunológico a alterar a forma com que os genes são expressos na geração seguinte de células brancas, tornando-as mais sensíveis ao cortisol. Isso pode acarretar mais doenças crônicas baseadas em inflamações, como problemas cardiovasculares e artrite. “Em uma considerável medida, você orquestra as mensagens que suas células escutam, as mensagens que contam às suas células se elas devem crescer no rumo da saúde”, explica a pesquisadora.
No mínimo, salienta Barbara, devemos cultivar micromomentos de amor diariamente, sintonizando-se e conectando-se não só com as pessoas próximas, mas também com aquelas com que interagimos. Com o aumento dos divórcios e a diminuição dos casamentos, mais gente corre o risco de viver a vida sem relacionamentos íntimos. Se mudarmos de atitude, perceberemos que o amor pode alcançar mais longe do que se imagina.
“Promova esses momentos como algo importante na sua vida diária e priorize-os”, recomenda a pesquisadora. “Você verá que ganhará não só uma plástica emocional, mas também um aprimoramento da saúde, e não será o único a conseguir a melhora; na medida em que você induz o amor, o outro indivíduo também a consegue. Portanto, você está espalhando bem-estar e saúde, e não apenas cultivando-os para si mesmo.”

quarta-feira, 8 de abril de 2015

7 dicas para dar a volta por cima depois do término.

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Antes de tudo, você precisa lembrar que cada pessoa lida de um jeito diferente com o fim de um relacionamento e que não existe exatamente uma cartilha que explique nada disso, mesmo porque é difícil saber se "o fim" foi definitivo ou não. Além disso, vale dizer que essas dicas contam com o ingrediente principal para qualquer pessoa enfrentar tempos difíceis: bom humor!
1) Saia para dançar com os amigas
Essa dica, na verdade, é "faça algo divertido com boas companhias". Se você não tem gingado nenhum e vai se irritar numa balada cheia ao som de alguma música da Anitta, chame os amigos para outro programa. Que tal um karaokê pra dar umas boas risadas daquela sua amiga que acha mesmo que consegue imitar a Mariah Carey? Pode ser também um boliche, uma noite de aperitivos em casa ou até mesmo um jantar em algum lugar descolado que, por favor, tenha coisas gostosas. Você merece, né?
2) Pense nos defeitos do ex
Uma das maiores bobagens do mundo é aquela dica "não fale sobre o assunto". É óbvio que você quer falar, botar pra fora, comentar sobre o que aconteceu e, sim, suas amigas também querem saber. Elas só não perguntaram muito pra você não ficar triste. Agora, se você escolher falar, é melhor ficar focada nos defeitos do ex. Nada de relembrar os bons momentos agora, não. Deixe isso para quando você melhorar e conseguir perceber que a relação, apesar do fim, teve coisas boas. A hora é de achar todos os motivos que você puder para "malhar" o dito cujo. E não vá só pelas coisas óbvias, hein? Todo mundo cansou de saber que ele era muito ciumento. Mas você lembra como era irritante o que ele fazia de visualizar sua mensagem no Facebook e não responder nunca? Ou então como aquela "amiga" dele nunca te desceu e agora você não precisa mais ter que fingir que entende a amizade deles? É por esse caminho! Vale até lembrar da unha encravada que você achava nojenta, mas dizia não ligar, ou do cabeço oleoso que ele nem curtia cuidar.
3) Mistério nas redes sociais
Muita gente usa a internet para esfregar felicidade na cara dos outros, né? Só que para quem acabou de sair de um relacionamento, é muito forçado. Todo mundo percebeu que aquela "selfie" sorrindo com uma frase de Caio Fernando Abreu foi uma indireta, amiga. O melhor nessas horas é manter um pouco do mistério que ainda nos resta. Não fiquei escancarando seu sofrimento, nem sua (falsa) felicidade extrema. Seja mais discreta e, aos poucos, vá voltando ao normal. Isso também vale para quem gosta de postar fotos com outros carinhas e legendas do tipo "Ai, Fabio! Você não existe!". Ele lembra que o Fabio é seu amigo gay, então vamos evitar constrangimentos.
4) Cuide da aparência
Fim de namoro não é desculpa para você começar a ir pra faculdade de moletom, chinelinho de plástico, um rabo de cavalo mais ou menos e as unhas todas destruídas. Você não precisa se arrumar pra impressionar ninguém, mas você precisa se arrumar para se sentir bem consigo mesma. Depois de tudo o que rolou, você não anda muito bem por dentro, vai deixar o exterior transparecer isso também? Nada disso! Você merece se sentir linda como você realmente é, por isso vale sim ir ao cabeleireiro, mudar de corte, fazer aquelas mechas que ele achava que não iam ficar boas. Está sem grana? Já une a dica número um com essa e chama as amigas para um dia de beleza em casa mesmo.
5) Seja produtiva
É muito complicado ter ânimo para fazer qualquer coisa depois de um término, mas você não pode deixar que isso te atrapalhe profissionalmente ou nos estudos. Aproveite esse momento para dar um gás no seu projeto da faculdade, para tentar algo novo no trabalho, para realmente focar sua energia em algo bom e que vai te ajudar a crescer.
6) Não odeie o mundo e não se feche para os bons sentimentos
Você é livre para odiar quem quiser, mas lembre-se que nem todo mundo está envolvido nas razões que te deixam triste e que magoar gente que não te fez nada não é bacana. Nesse momento, o amor não deu certo para você, mas você não precisa perder a fé nele. Um cara errado não pode te impedir de curtir e conhecer pessoas que podem se tornar as certas.
7) Faça uma coisa nova que sempre quis fazer
Essa última dica se encaixa com a de número cinco, mas vai um pouco além. Na vida, nós sempre queremos fazer coisas e vamos postergando nossas vontades. Seja por preguiça, falta de tempo ou incentivo, algumas coisas são deixadas de lado. Que tal aproveitar o fim de algo e iniciar outra coisa? Você sempre quis estudar aquele idioma estranho que apenas oito pessoas falam no mundo? Procure aulas agora! Uma das suas maiores vontades é dançar como a Beyoncé, então vai atrás de uma academia de dança legal. Aquela viagem dos sonhos que você sempre adiou para dar prioridade a outras coisas? Que tal planejá-la para o quanto antes?

As mulheres com que conversamos foram unânimes ao dizer que você não precisa fingir que está feliz, mas que também não precisa se entregar à tristeza. Todo momento ruim pode guardar boas oportunidades e, a gente sabe que é clichê, mas você já viu algo na vida acontecer sem um motivo?

sábado, 4 de abril de 2015

O mal de Amar Demais

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Amar demais em geral é sinônimo de fazer tudo pelo outro. Deixar de dar para si mesmo por amor ao outro. Privar-se, doar-se, entregar-se totalmente e sem reservas, deixar de dizer coisas para não magoar, passar a mão na cabeça para amenizar sofrimentos que a vida traz, diminuir as verdades na tentativa de suavizar dores, engolir sapos e lagartos e tudo isto como sinal de amor, ou pior de amar demais. 
Bem, vamos repensar isto. Amar não é nada distoAmar é cuidar do outro sim, é estar junto, é apoiar, acompanhar e valorizar o outro, mas em nenhum momento é auto abando. Amar alguém não é obscurecer as verdades e nem passar por cima dos seus princípios, pois isto é falta de amor próprio. E de uma grande inversão de valores.

Amar demais é desvalorizar-se em nome do amor e ficar à espera que, magicamente, o outro o valorize. Será isto possível?
Quem se valoriza é valorizado.
Quem se impõe é respeitado.
E o contrário é verdadeiro na mesma intensidade.
Temos medo do sofrimento e por isso tentamos aplacá-lo para não alcançar quem amamos, contudo isto não ajuda em nada. Ao contrário, só prejudica. Acabamos por criar um mundo fantasioso e irreal. 

Os pais tendem a ser as maiores “vítimas” neste sentido, pois já viveram mais e sabem que a vida é feita de dores e que algumas são bastante intensas. Um desejo imenso que os pais têm é de impedir que seus filhos passem por tais emoções. Contudo, ao tentar privá-los disto, impedem-nos de amadurecer. Pois só se aprende a enfrentar a vida com a verdade, ou seja, encarando a realidade. A cada momento em que os pais tentam amenizar o sofrimento estão a impedir os filhos de desenvolver capacidades de enfrentamento. Não é abrandar a sua dor mas sim estar ao lado para enfrentar junto, não é enfrentar por ele, é ajuda-lo a pensar em alternativas ou quando não houver é chorar e viver a dor em companhia, aliás, que grande aprendizagem é saber que nas horas difíceis temos com quem contar. Os pais esquecem muito facilmente que venceram os seus próprios sofrimentos. Não será isto um indicio de que os filhos também são capazes?
Depois quando os filhos crescem e já não se pode mais protegê-los a dor alcança-os e, neste momento, os filhos percebem o quanto são incapazes de se defender. E o que eles fazem? Voltam-se contra os pais acusando-os como se fossem culpados pelos seus males, pois todo o ódio que sentem projetam-no em quem mais os ama. Injusto não é? Sim, muito!!!  Mas a uma determinada altura eles precisam amadurecer, não há como impedir, só adiar.
Nas relações amorosas o amar demais aparece na forma de fazer tudo pelo outro, aceitar tudo, perdoar tudo, estar sempre disponível e, aqui também, há a expectativa de que o outro o valorize. Quem fica muito à disposição deixa de ser gente para ser visto como objeto. Pode ser um lindo objeto e até bastante necessário, mas não será entendido como alguém com valores e necessidades próprias. Afinal, os objetos não falam. Quem quer ser valorizado, precisa antes de se valorizar. Quem quer ser amado, precisa antes de se amar. E isto não se conquista com discussões ou pedidos mas sim com novas condutas. 
Talvez por isso Jesus tenha deixado dois importantes mandamentos: Amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a ti mesmo.
Não é possível amar o outro sem nos amarmos a nós mesmos! E aqui cabe uma reflexão muito importante: Como você se ama? Conhece as suas qualidades, tem clareza dos seus princípios, valoriza os seus desejos, lida bem com os seus erros e defeitos? Como cuida de si mesmo? Espera que sejam os outros a satisfazer as suas necessidades? Como se vê em relação aos outros? Demonstra as suas vontades, entendendo-as como dignas de serem valorizadas ou sem importância? Enfim, como se vê a si mesmo?
É como você se ama que determinará como se colocará diante dos outros. 

Amar demais alguém na verdade pode ser um grande sinal de que se ama pouco a si.

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