quarta-feira, 16 de dezembro de 2015

Atendimento personalizado: via e-mail, skype, telefone e WhatsApp.

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Atendo pessoas que ainda não conseguem ter um relacionamento duradouro, ainda não encontraram o parceiro de suas vidas.



Pessoas que estão num relacionamento conflituoso. Algumas me procuram já decididas pela separação e outras decididas a salvar seu relacionamento. Vejo pessoas desistindo da separação quando antes já estavam decididas por ela, e pessoas que optam por uma separação quando esta alternativa ainda não lhes parecia tão clara.



Pessoas que ainda estão ligadas ao sofrimento daquele momento ou ao ex-parceiro e por isso não conseguem levar a vida adiante.



Pessoas que querem reconquistar o (a) ex.




Para todos os casos, meus clientes compreendem que a vida vale a pena ser vivida em sua mais profunda intensidade. Que momentos simples e singelos são tão significativos quanto datas especiais, e que vale a pena investirmos nos nossos relacionamentos. Casais felizes fazem uma sociedade melhor.



Andreia Fargnoli: Especializada em relacionamentos.



Atendimentos  via e-mail, telefone e Skype e agora WhatsApp   para todos os países. 

Clientes de outros países: Transferências podem ser feitas por  Western Union.

Consulte valores no:

dicasderelacionamento@hotmail.com

Andreia Fargnoli




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quinta-feira, 20 de agosto de 2015

Se o amor morreu, enterra o defunto!

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Sabe este relacionamento que já dura anos, que não tem mais a mesma magia e encanto do começo, mas você ainda se prende a ele? Quantas vezes deve ter procurado uma explicação para esta sua inércia, tentando se enganar, achando que ainda existe algum amor entre vocês?
E por acaso já parou para pensar que o amor de vocês já morreu há muito tempo, ficando apenas as sobras do que um dia foi um relacionamento?
Eu sei que muitas vezes é duro abrir mão dos sonhos e planos que vocês fizeram para o futuro, mas é muito mais importante ver que o futuro não existe mais! Por mais que tente encontrar dentro de sí uma força milagrosa que faça tudo voltar a ser como era antes, sem perceber está apenas eternizando este sofrimento.
"Mas, como um amor tão grande como o nosso acabou deste jeito?"
Oras, acabando igualzinho uma porção de coisas acabam: por desgaste!
E, cá entre nós, não existe nada mais frágil às mudanças da vida do que o amor. Sim, o amor é tão inconstante que, muitas vezes o que parecia ser o homem de sua vida, pode se tornar o maior erro que cometeu.
Deixe de lado esta sua preocupação com o fim dos seus sonhos dourados, é importante escutar seu coração quando ele lhe diz para largar o osso!
Se a vida entre vocês é tão emocionante quanto um documentário sobre a vida sexual das minhocas do Kilimanjaro, e a ultima vez que teve uma noite de sexo de qualidade foi há tanto tempo que nem sabe mais se é fruto da sua imaginação, então você não o ama mais, aceite!
Tanto o seu coração quanto o dele já broxaram, por isto que esta bimbadinha tem ficado cada vez mais chinfrim!
Fala a verdade: se ele sumisse por alguns dias você nem ia dar falta, não é? Então, que amor é este onde não existe mais tesão, aquela vontade gostosa de engolir o outro até a alma?
Está se prendendo tanto por que? O que te faz ficar tão acomodada que não é capaz, sequer, de tomar uma atitude sensata?
Este homem já é passado, nem tesão mais você sente por ele. E por mais que faça planos, ele não estará lá para participar de seus sonhos!
Minha amiga, a vida entre vocês tem muita tristeza, muito descaso e, por incrível que pareça, deve ter muita cobrança, não tem?
É capaz dos dois passarem horas sentados, um do lado do outro, sem trocarem uma palavra, mas se você der uma saidinha com as amigas, é capaz dele reclamar que não liga para ele, não é?
Cuidado, porque este tipo de relacionamento tende a ficar cada vez mais neurótico! Sem querer, num comportamento possessivo, um vai começar a querer prender o outro, vampirizando até a alma, tudo para se sentir menos solitário!
Que tal voltar a viver com o mesmo brilho nos olhos que tinha antes?
Que tal desocupar este espaço, que está sendo preenchido por alguém que não te interessa mais, pra começar? Um coração vazio é bem melhor que um coração amargurado e ferido, sabia?
Sem contar que se não desocupar a cova, dificilmente terá a chance de viver um novo amor, com alguém que lhe faça reviver aqueles momentos tão simples, mas tão confortantes, como ficar feliz apenas por saber que ele está para chegar.
E mesmo que você não ame ou sinta aquela paixão fulminante, tenho certeza de que viver sem sentir que falta um grande pedaço de sua alma já será um grande alívio!

DR. ANDROS/REVISTA ANDROS

segunda-feira, 17 de agosto de 2015

Porque algumas mulheres se contentam em ser amantes? Vale a pena?

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O que poderia atrair as mulheres a virarem amantes e manter esse tipo de relacionamento, incerto, inseguro e conturbado? O site mdemulher levanta 5 hipóteses que podem levar uma mulher a essa situação.
A história da moça que sofre pelo cara comprometido é um mais comum do que se imagina. Claro que há casos em que ninguém sai magoado. Também acontece, sim, de a paixão clandestina vencer a oficial. A pergunta que não quer calar, porém, é: por que uma mulher solteira, que poderia escolher entre tantos pretendentes, embarca numa relação cheia de complicações, disputa e chances evidentes de se machucar?
A explicação: há mais mistério e fascínio em um homem que pertence a outra do que supõe nossa vã filosofia.
1. Ele vem com currículo de primeiraNo mundo corporativo, um funcionário que traz ótimos resultados para a empresa fica na mira dos headhunters e é disputado pelas concorrentes. No mercado dos relacionamentos, o homem casado pode muito bem ser visto como esse profissional cobiçado. Afinal, o fato de ter subido no altar, ser um marido dedicado e um paizão enche os olhos de qualquer mulher em busca de estabilidade emocional. Principalmente quando só chove na horta dela aquele tipo de solteiro que não quer saber de compromisso, foge do casamento e não demonstra a menor disposição para constituir família.
2. Ele é promessa de sexo fervendoQuem topa o papel de filial encontra muitos motivos para ficar feliz na cama e achar que encontrou o amante ideal. E essa sensação é ainda mais intensa no começo, quando a libido de ambos está a mil. ”O gosto pelo proibido e a adrenalina que rola numa situação dessas põem fogo na aventura”, analisa Carmen (psicóloga). ”Sem falar que a garota que atrai esse tipo de homem demonstra, de alguma forma, que não está nem aí, que é livre, leve e solta. E que não fará cobranças. É tudo o que o sujeito quer”, continua a psicóloga.
Giovanna, 26 anos, que o diga. Ela conheceu Marcos no trabalho e, mesmo sabendo que ele tinha uma esposa, se deixou seduzir. ”O Ma dizia que estava encantado e não sabia mais o que fazer para resistir. Deixei que me beijasse. Depois, que me agarrasse. E daí para a cama foi um pulo. Fiquei surpresa com sua pegada. Me sentia desejada, acolhida e muito satisfeita. O fogo dele era tão grande que transávamos em qualquer lugar – até dentro da empresa”, conta.
E quem é que não passa desse estágio de empolgação para um forte envolvimento num piscar de olhos? Foi o que aconteceu com Giovanna. Ela começou a sentir ciúme e a pedir mais atenção de Marcos. ”Não entrava na minha cabeça a naturalidade com que ele agia, conversando com a mulher ao telefone enquanto tirava minha roupa. Não tinha o menor peso na consciência de ficar comigo todos os dias antes de ir embora para a casa! Mas acho que o que mais me encantava era poder viver uma aventura sexual cheia de ousadia e sem nenhum pudor. Só me afastei cinco meses depois, quando conheci alguém que tinha tudo a ver comigo”, lembra.
3. Ele é o príncipe preso na torre
Está dificílimo achar um homem para chamar de seu. E se de repente aparecer um bonitão bacana, carinhoso, com milhões de gostos em comum, como aceitar que ele já tem dona? Mais complicado ainda se o fulano jurar que está sofrendo em um relacionamento falido, prestes a acabar. A tendência feminina – romantismo puro no DNA! – é acreditar nesse sentimento e lutar pelo amado.
Será que vale a pena? ”Algumas vezes pode até dar certo, se existir uma paixão, um amor verdadeiro. Ou se o rapaz estiver mesmo pronto para desfazer o casamento e assumir uma nova relação. Mas, normalmente, a história é outra”, alerta Carmen. ”É uma fria cultivar expectativas. Às vezes, o homem em questão só quer agitar a própria vida sexual ou até acha que uma amante pode estimular sua relação oficial. Sabemos de uniões mornas que esquentam quando a outra entra no jogo”, avisa a psicóloga. Ou seja, considere as grandes chances de o cara enrolar, enrolar, enrolar e não definir a situação.
4. Ele é um prêmio
O homem casado também se torna irresistível entre mulheres competitivas. Tudo no maior estilo ”Que vença a melhor”. E o pivô dessa disputa – leia-se: o marido traidor – é também responsável por ela. Afinal, ele alimenta a guerra da filial com a matriz. Como? Revelando à amante o que acontece em seu casamento em tom de lamentação, como se dissesse nas entrelinhas ”Você dá de dez a zero nela”.
Juliana, 33 anos, há dois meses numa relação clandestina, tem certeza de que seu amor a considera melhor que a titular: ”Ele diz que já ficou um mês sem sexo com a esposa, que ela não o excita. E estão casados há apenas um ano! Já comigo… Chegamos a entrar no motel à meia-noite e só sair às 8, 9 da manhã…”
Por outro lado, quem está no posto da amante precisa descobrir de onde vem a necessidade de provar o tempo todo que é mais sexy, mais quente que a oficial. Segundo a terapeuta Carmen, é indício de necessidade de autoafirmação. E, quem diria, até mesmo de dificuldade em lidar com a própria feminilidade, com o próprio desejo. ”Essa mulher não sabe bem quem ela é e está sabotando as próprias chances de ser feliz”, alerta.
5. Ele é uma bela desculpa
Finalmente, um homem não disponível é um ímã de garotas com baixa autoestima. E quem vive encantada pelo marido alheio vive também um processo inconsciente chamado autossabotagem. ”Essa moça morre de medo de uma relação mais próxima e verdadeira. Não se considera boa o bastante; teme que um interessado chegue perto demais e descubra que ela não é tudo aquilo. Insegurança pura”, explica Carmen. É por isso que costuma ser um chamariz de rapazes comprometidos. Afinal, lá no fundo, sabe que as chances de dar certo – ou seja, de chegar à tão temida intimidade – são pequenas.
Como todo esse processo é involuntário, ela vive reclamando que só se sente atraída pelo sujeito errado. ”Para todos os efeitos, é o outro, que é casado, que tem o problema. Ela é apenas uma vítima”, diz a psicóloga. Andrea, 31 anos, parece um caso típico: ”Depois do Rafa, até conheci um homem solteiro que se apaixonou por mim. Mas não deu certo. Se o Rafa voltar a me procurar, não vou resistir. Mesmo sabendo quanto vai doer depois, receberia com prazer novamente aquelas migalhinhas de amor, de carinho, de tempo…” Vale a pena se deixar levar por esse duvidoso sedutor?
Fonte ver matéria completa mdemulher

sábado, 15 de agosto de 2015

Pior Homerm da minha Vida - Mão de Vaca e Calorteiro.

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Se você já teve o desprazer de se ferrar com um Zé Ruela, então mande seu relato para nós. 
Nenhum dado será revelado, não teremos nenhum pudor em escrever os palavrões que quiser destilar e todos os nomes serão trocados.


Mão de Vaca e Caloteiro.

Eu já conhecia a fama de pão-duro dele, mas achava que comigo ia ser diferente (a gente sempre acha que com a gente vai ser diferente).

Eu estava apaixonada, ele era tudo de bom, lindo de fechar o comercio, por isso não me importava tanto quando ele me levava para transar na sua oficina mecânica. No começo até era legal, por isso eu não me incomodava de fazer dentro dos carros que estavam no conserto e nem sentia o cheiro de graxa e tinta fresca.


Só que aquilo acabou me enchendo o saco. 
Se todo mundo ia para um motel, com cama limpa, chuveiro quente, por que eu tinha que me contentar em me lavar na pia da oficina ou me espremer no banco de um carro, todo empoeirado?


Toda vez ele dizia para eu ter paciência, que estava sem grana, que tinha um monte de contas para pagar, e que logo a gente ia para um lugar mais decente.

É...ele arrumou um lugar "bem decente": 

Um hotelzinho horrível, com baratas andando nas paredes, por 15 reais o período de 3 horas! E a burra aqui ainda teve coragem de ir.

Como estava calor, eu perguntei se ele não podia pedir algo para a gente beber, como uma caipirinha de vodka bem gelada ( que eu amo de paixão). Aí ele abriu a mochila, tirou uma garrafa de pinga, dois limões, um pacotinho de açúcar e um copo.

E eu lá, com a maior cara de tacho, sem saber onde eu tinha errado para arrumar um homem daquele.

Ele preparou a caipirinha todo feliz, e como ainda faltava o gelo, ligou para a portaria e pediu um copo de água mineral com muito gelo.

Ele fez questão de pedir 4 pedras! 
Que esbanjador!!!


Aí não rolou mais sexo.
A visão daquele homem pelado, com um canivete nas mãos, cortando limão em cima da cama acabou com minha ilusões!


Naquele dia eu fui pra casa e chorei de raiva. Ficamos uma semana sem nos ver.
Quando nos encontramos, ele pediu desculpas, disse que não era mão de vaca, que só estava economizando para a gente se casar, comprar casa e me dar uma vida de luxo.

E eu acreditei, Dr. Andros...

Só que eu era uma menina, tinha 20 anos e estava apaixonada, então me dá um desconto, tá bom?

Continuamos na mesma vida, transando na mecânica e comendo na casa da mãe dele nos finais de semana, para não gastar em restaurantes. No máximo ele me comprava um x-salada na lanchonete perto da casa dele.


Um dia ele apareceu dizendo que me amava, pedindo perdão por não me tratar do jeito que eu merecia, e que faria tudo para mudar.

A burra aqui ficou em estado de graça, escutar aquelas coisas me desarmou.


Então ele molhou o bico: 

Pediu emprestado uma grana que eu tinha guardada na poupança, cerca de 3.200 reais, para comprar um carro que estava uma pechincha. Ele precisava completar o valor, mas me jurou que ia me devolver a grana em menos de cinco dias. Depois ia revender o carro por uma valor maior, dando de entrada em um apartamento para a gente se casar.

Ele comprou o carro, passaram-se 5, 10, 20, 30 dias, e nada de devolver a grana e muito menos me procurar.

Sumiu de minha vida, não atendia meus telefonemas e quando eu ligava ele nunca estava. Até que me cansei de fazer papel de boba e fui atrás dele na oficina, e descobri que ele estava escondido debaixo de um dos carros!!!

Foi a gota d'água, juro.
Eu disse tudo o que tinha engasgado na garganta e o mandei à merda!


Fiquei sem o carro (que eu mandei ele enfiar no rabo), sem meu dinheiro, mas acabei criando anti-corpos contra homem safado. Nunca mais fui trouxa, e hoje só me lava pra cama quem tem grana e não tem pena de gastar!


Menino, se soubesse a raiva que sinto quando lembro que ele comprava um saquinho de pipoca, não para mim, mas para nós dividirmos no cinema.

Revista Andros/ Dr Andros

quinta-feira, 13 de agosto de 2015

Amor e relacionamento: construindo uma relação a dois

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Falar sobre o amor nunca é fácil, pois na verdade, cada um tem a sua própria explicação do que ele é. O amor é um conjunto de sentimentos internos que só nós mesmos temos acesso. Não dá para a gente saber como uma pessoa apaixonada se sente a não ser quando passamos por uma situação semelhante, mas quem garante que o que eu sinto e chamo de amor é o mesmo que outra pessoa sente?
Vemos alguém fazendo declarações, dando flores e bombons para outra pessoa e aí dizemos: “ele está apaixonado”. Mas será que ele realmente se sente apaixonado? Isso a gente não tem como comprovar. Por isso, no decorrer de nossas vidas, cada um de nós temos diferentes explicações para o que é estar apaixonado (e descrevemos diferentes sensações para o amor), além de termos diferentes “regras” do que se deve fazer quando se está apaixonado.
E quem garante que estas regras estão sempre corretas? A maioria dos relacionamentos amorosos acabam. É só olhar ao seu redor e reparar em quantas pessoas se casaram ou ficou o resto da vida com o primeiro parceiro. Viver a dois não é fácil. Assim como qualquer comportamento, envolve treino. Ninguém aprende a se relacionar de uma hora para a outra, muito menos nasce sabendo. Ainda mais quando duas pessoas têm ideias muito diferentes sobre o que é e o que se deve fazer quando se está apaixonado.
Muitos estudos têm buscado identificar quais são os principais motivos que levam aos conflitos de relacionamentos. Torres e Wielewicki (2009), em um artigo sobre relacionamentos amorosos, apresentam a ideia de Smith (2008) que resume alguns desses pontos, diferenciando o “amor infantil”, que torna difícil uma relação, do “amor adulto”.
Segundo o autor, no amor infantil a pessoa:
  • Vê o outro como extensão de si mesmo;
  • Apresenta medo do abandono;
  • Necessita de constante reforço para sentir/saber que é amada;
  • Tem comportamentos de dependência com relação aos outros a fim de satisfazer suas necessidades físicas e emocionais;
  • Demonstra grande dificuldade em controlar comportamentos relacionados às suas emoções;
  • Precisa, frequentemente, de comportamentos que denotam certezas;
  • Sente que inexiste fora da presença da pessoa amada;
  • Vive apenas o momento; Vê-se como o centro do universo;
  • Apresenta comportamentos de medo com relação às mudanças e comportamentos de esquiva ao esforço excessivo para fazê-las;
  • Lança mão de quaisquer comportamentos para não perder seu relacionamento, optando até por perder a si mesmo, e
  • Suas necessidades são consideradas imediatas e desesperadas.
Segundo as autoras, ser adulto em uma relação envolve principalmente autoconhecimento e conhecimento do outro. Deste modo fica mais fácil identificar o que você pode fazer para produzir consequências reforçadoras para os dois. Smith (2008) demonstra que no amor adulto a pessoa:
  • Contempla suas necessidades sob uma perspectiva adequada e comporta-se na direção de satisfazê-las;
  • Considera-se inteira como é, não dependendo, dessa forma, de outra pessoa para deixá-la completa;
  • Sente-se emocionalmente segura e assim consegue tolerar/aceitar sentimentos de tristeza e ansiedade (por exemplo), sem se deixar consumir por eles;
  • Identifica/observa que é amada e não precisa procurar comportamentos na outra pessoa que possam provar isso;
  • Sente-se capaz de avaliar as situações e fazer julgamentos baseados em dados de realidade, além de buscar atitudes saudáveis no que se refere à satisfazer suas necessidades;
  • Aceita comportamentos de imperfeição em si mesmo e nos outros e não se sente humilhada ou temerosa quando comete erros;
  • Assume atitudes de responsabilidade por sua vida, porém, discrimina que não pode controlar tudo que acontece;
  • Sente-se completa em si;
  • Planeja o futuro enquanto vive o momento (aprendeu com o passado);
  • Possui a habilidade de lidar com a empatia, o sentimento de culpa e a flexibilidade para mudança;
  • Discrimina que ir além de sua zona de conforto é reforçador e essencial para o seu bem-estar geral;
  • Consegue aceitar a perda, todavia, nunca a de si mesmo.
As autoras do artigo completam a ideia de Smith trazendo algumas habilidades necessárias para manter um bom relacionamento, que são: Ser empático, ou seja, compreender e sentir o que o outro pensa e sente; Ser flexível, ou conceder ao outro sem que isso seja desagradável para si; e habilidade de dar suporte emocional – poder se doar, de tolerar e compreender o outro.
  • Torres, N. & Wielewicki M. G. (2009). Aprendendo a construir uma relação a dois: repertório do casal, em Wielenska R. C. (org.) Sobre Comportamento e Cognição: Vol. 24. desafios, soluções e questionamentos (1ª ed., pp. 240-248)

terça-feira, 11 de agosto de 2015

Os Três Pilares do Relacionamento de Casal

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Existem vários fatores que influenciam a qualidade de um relacionamento de casal, sendo que três deles são de extrema importância para um vínculo harmonioso: a vida sexual, a vida em comum e a aceitação do outro.

A Vida Sexual

Sexo é Vida. A maioria de nós só existe e está vivo por causa do encontro sexual entre nossos pais. É a atração e o desejo sexual que move inicialmente o encontro entre o homem e a mulher. A qualidade da relação sexual entre o casal é um dos fatores primordiais na plenitudade do relacionamento à dois. Porém, como saber o que é uma vida sexual de qualidade? Basicamente, podemos nos guiar pela satisfação mútua do casal com relação à frequência, duração e intensidade dos encontros sexuais. Caso um dos parceiros esteja insatisfeito com qualquer um destes fatores, ele(a) acabará por levar esta insatisfação à outras áreas do relacionamento, causando uma tensão ainda maior na vida do casal.

A Vida em Comum

Compartilhar os momentos da vida juntos é o que traz a renovação do relacionamento de casal. Sair com os amigos, viajar, participar de cursos ou simplesmente sair para jantar juntos são alguns acontecimentos que unem e enriquecem a vida dos cônjuges. Uma vida em comum alimenta o companheirismo, a amizade e o vínculo entre os parceiros. Muitas vezes é esta vida em comum que dá a energia e a confiança para cada parceiro enfrentar e superar os desafios da vida.

A Aceitação do Outro

Este é talvez o fator mais difícil de ser alcançado no relacionamento à dois, pois envolve o auto-conhecimento e o auto-enfrentamento. Isso acontece porque a aceitação do outro só acontece quando cada um consegue realmente aceitar a si mesmo, ou seja, aceitar a família em que nasceu e/ou cresceu, aceitar o seu próprio corpo, as suas próprias limitações e a sua própria história de vida. É através desta auto-aceitação que podemos realmente enxergar o outro como ele(a) é: um ser humano igual à você em essência, mas com diferentes formas de se manifestar. Aceitar o outro basicamente significa dizer sim ao jeito do(a) parceiro(a) sem desejar qualquer mudança em sua atitude, postura, valor ou forma de se manifestar e, é neste ponto que muitas pessoas encontram resistências que geram tensões e conflitos de relacionamento. A realidade é que não existem qualidades ou defeitos no outro, mas sim atitudes e comportamentos que são agradáveis ou desagradáveis à um dos parceiros.

Existem também outros fatores influenciam todo relacionamento de casal, como a comunicação entre os parceiros, o equilíbrio entre o dar e receber, e os vínculos com parceiros anteriores que serão abordados em artigos futuros.

Autor: Saulo Fong
Twitter: @SauloFong

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