terça-feira, 30 de setembro de 2014

Atendimento personalizado: via e-mail, skype, telefone e WhatsApp.

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Atendo pessoas que ainda não conseguem ter um relacionamento duradouro, ainda não encontraram o parceiro de suas vidas.



Pessoas que estão num relacionamento conflituoso. Algumas me procuram já decididas pela separação e outras decididas a salvar seu relacionamento. Vejo pessoas desistindo da separação quando antes já estavam decididas por ela, e pessoas que optam por uma separação quando esta alternativa ainda não lhes parecia tão clara.



Pessoas que ainda estão ligadas ao sofrimento daquele momento ou ao ex-parceiro e por isso não conseguem levar a vida adiante.



Pessoas que querem reconquistar o (a) ex.




Para todos os casos, meus clientes compreendem que a vida vale a pena ser vivida em sua mais profunda intensidade. Que momentos simples e singelos são tão significativos quanto datas especiais, e que vale a pena investirmos nos nossos relacionamentos. Casais felizes fazem uma sociedade melhor.



Andreia Fargnoli: Especializada em relacionamentos.



Atendimentos  via e-mail, telefone e Skype e agora WhatsApp   para todos os países. 

Clientes de outros países: Transferências podem ser feitas por  Western Union.

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dicasderelacionamento@hotmail.com

Andreia Fargnoli




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segunda-feira, 1 de setembro de 2014

A Quem me Pergunta Ainda, Como Perdoar? Eu Digo..

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...coloque-se no lugar do outro, não para sentir pena ou dó, que inclusive, são sentimentos que te fazem perder energia, e são pura projeção da sua personalidade, sentindo dó de si mesmo no lugar do outro, é egoísmo e não altruísmo, portanto, e sim para poder compreender o grau de evolução que o outro possui, suas limitações, sua infantilidade evolutiva, assim como é deste modo que nos perdoamos, compreendendo os nossos limites naquele estágio evolutivo.
Errar é o aprendizado de como não fazer! Acertar é o aprendizado de como fazer! Portanto, tanto acertar como errar fazem parte da evolução, não há como crescer sem vivenciar os dois lados! E é a compreensão do momento de cada um, inclusive e muito especialmente da sua responsabilidade em ter permitido, até mesmo por omissões, que o outro o atingisse, que te libertará dos ressentimentos, ou seja, dos sentimentos que se repetem na inútil tentativa de recuperar o tempo que já passou, provocando a perda do tempo presente, a única realidade que pode nos transformar! Livre-se do "peso morto" de cargas energéticas de pessoas e situações que te colocam em sintonia com o fracasso, com o medo, com o sentimento de culpa, etc, e pare de conflituar com estes fantasmas! Você mesmo se torna o seu maior obsessor quando nega suas próprias chances de um recomeço de vida, colocando nas mãos de pessoas do passado o poder de te "deixar" viver em paz ou não, ao acreditar que estas pessoas tem algo a te ressarcir, ou indenizar!
Não fique esperando correção, ou pedidos de desculpas, ou de perdão, só para se sentir livre de reponsabilidades através da declaração de culpa de alguém, não seja autocorrupto, não minta pra si mesmo e assuma sua parte nas responsabilidades dos seus enganos, pois isto significa reconhecer que você tem poder sim, agiu errado sim, mas ergue a cabeça e recomeça!
E pare de dar poder aos outros, especialmente à quem não te deu valor, tenha sido por inveja ou menosprezo. Que tal desejar o bem a si mesmo, como nunca talvez você o tenha feito! Que tal se visualizar um ser humano próspero, livre, digno da felicidade, só pra variar um pouco?!
Por Marcello Cotrim

Conquista

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Eu realmente não sei se estou errado, não sei se estou confuso, não sei se me confundindo ficarei mais tranquilo. Talvez seja absolvido pela corte marcial da consciência.

Pode ser que a busca pela confusão seja a fuga da realidade, a porta de mentira, a chave falsa ou a busca pela invenção do coerente. 

Honestidade com alarme falso.

Passei anos, meses, semanas e dias em busca de alguém para dividir as mesmas coisas, os mesmos gostos, os mesmos sonhos, as mesmas formas, o mesmo canto da casa, a mesma roupa, a mesma pele, as mesmas ilusões e escolhas; porém quando encontrei essa pessoa, toda a minha vontade se perdeu. Se esvaiu, desceu pelo ralo da dúvida.

Foi pior que sexo sem orgasmo, foi um prazer meio insatisfeito, bem mal feito. 

Descobri depois de muitas cenas e episódios parecidos que o meu verdadeiro prazer está na conquista e nunca na continuidade dela. Descobri que todo meu encanto, todo meu desejo, todos os meus anseios, todos os meus dramas e minhas tramas se rendem ao deleite da conquista.

É  como um vício sem volta, é como um imã voraz de quem adora o desafio de chegar lá e tomar um novo território. 

Eu adoro desafio, adoro a rendição do outro. Adoro observar a vítima se rendendo a uma algêma em forma de palavra, pois palavras prendem mais que algêmas, palavras nos fazem entrar na cela e jogar a chave fora.

Adoro a súplica por cuidado, adoro a carência e o elogio do cativo. Sou o carcereiro que escuta o agradecimento entre as grades e finge que nada aconteceu. Mantenho minha fama de carrasco sem alma.

Aqueles que se prendem demais a alguém acabam sofrendo de devoção sentimental, e devoção sentimental é doença dos sentidos. É patologia burra.

O doente inverte as ordens, muda as direções do certo para o errado. Inverte os pólos.

Os primeiros sintomas começam a se manifestar quando as críticas soam como elogia, quando o abandono se torna carinho, quando o esquecimento é sinal de querer preservar sentimentos. O doente acha que o outro é a sua própria cura e já começa a se sentir a doença quando já não agrada tanto quanto agradava antes. Com o passar do tempo o quadro vai se agravando e a U.T.I. instalada aparece quando o doente não consegue mais viver sem ofensas, sem desaforos ou decepções. 

Entre o carcereiro e o cárcere existe uma linha frágil, porém definitiva.

Só vale se prender a alguém se esse alguém deseja mesmo se prender a você.

Isso sim é conquista.

Carência, inimiga do amor.

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Quem não conhece a expressão de que não devemos ir ao supermercado fazer compras quando estamos com fome, pois assim compraremos muito mais de que realmente necessitamos?
Com o amor acontece algo similar. Quando nos sentimos carentes é comum embarcarmos em relacionamentos confusos, pois buscaremos no outro o amor que não conseguimos armazenar em nós mesmos.
Algumas pessoas ao se sentirem carentes, doam intensamente seu amor ao companheiro, oferecendo toda espécie de carinho, afeto, agrado, abrindo mão de sua própria vida em função do outro. O companheiro vem em primeiro lugar, muitas vezes acabam abrindo mão de seus amigos, trabalho, família, filhos, simplesmente para satisfazê-lo. Fazem de tudo em prol do companheiro, vendem sua própria alma, ou melhor seu coração, se for preciso. Se esquecem que são tão merecedoras de amor quanto eles.
No início, o outro pode até gostar, já que recebem tudo, carinho, amor e dedicação total. Com o tempo acabam se cansando desta situação, perdem interesse, desqualificando-as e desmerecendo-as.
Essas pessoas, possuem uma lógica distorcida do amor, pensam que quanto mais se doarem ao seu amado, mais ele as amará.
Quando o indivíduo se esquece de si, abre portas para ser rejeitado, para ser menosprezado e para não ser valorizado pelo companheiro.
Muitas vezes não conseguem se satisfazer com o que recebem. Sugam a energia dos que estão a sua volta exigindo atenção constate, querendo agradar, querendo ser uma bom em tudo. Por medo de serem abandonados, fazem de tudo para ter seu companheiro por perto, como afirma o ditado: ruim com ele pior sem ele. A baixa auto-estima sempre vem acompanhada nesses casos, pois não gostando de si, atraem pessoas que também não a valorizam.
Quando a pessoa é independente, inteiro e autônomo, ele é mais seletivo em suas escolhas afetivas, tem a capacidade de optar por relacionamentos que irão lhe oferecer trocas mais maduras e criativas. Escolhem parceiros mais maduros psicologicamente, dispostos a dar e receber e a manter um relacionamento onde os dois ganhem.
Voltando ao exemplo do início: quando se está com muita fome até o pão de ontem se aceita. Com carência é igual, pois qualquer coisa é melhor do que nada.
Como não cair nessas armadilhas então? Primeiramente deve priorizar sua vida, saber dar a devida importância a seus valores, idéias e crenças pessoais. Deve estimular o contato com suas amizades, estar aberta a novas amizades ou experiências de vida, dedicar-se a um trabalho produtivo que goste e no qual sinta-se realizada, ter vários prazeres em sua vida e principalmente não limitar o seu existir, o seu propósito de viver em função de uma relação.

a carência de um amor

A vida parece ficar mais leve e colorida quando temos o apoio de alguém do nosso lado. Amar e se sentir amado ajuda em nossos trabalhos, melhora nossa qualidade de vida e nossos relacionamentos. Sentir-se amado parece ser a fórmula para resolver nossos problemas; contudo, na contramão da nossa vida poderá surgir a falta desse amor: a carência!
Infelizmente, muitos de nós já sofremos, temos sofrido ou ainda sofreremos os efeitos malévolos desse sentimento. Quem já não presenciou histórias de alguém que – por estar vivendo um período de carência – buscou suprir o amor que não consegue encontrar em si mesmo? Em muitas ocasiões, relacionamentos assim se iniciaram numa noite em que – cansada de estar sozinha, a pessoa sai literalmente à caça de alguém. Animada com a ajuda de algumas doses de bebida alcoólica e com os estímulos de alguns “amigos”, ela se atira nos braços daquele cujas verdadeiras intenções poderiam ser questionadas. Não desejando terminar a noite sozinha, inicia-se ali um  relacionamento que poderá durar apenas alguns dias; quem sabe alguns meses ou até a alvorada do dia…
O que todos nós procuramos é um relacionamento estável, que nos propicie segurança, amor recíproco e cumplicidade, os quais, juntos, trazem luz para nossas vidas. A  pessoa, que desejamos encontrar, certamente não é aquela que nos rouba um beijo ou que tenta preencher o vazio de nossas carências com um prazer efêmero, o qual somente vai aumentar ainda mais o sentimento de dependência.
Em alguns relacionamentos, o carente vive como se quisesse comprar a companhia do outro, colocando-o num pedestal e fazendo dele o “sol” da sua vida… Doa-se inteiramente a este, abrindo mão de sua própria vida apenas para viver em função da pessoa que julga poder suprir suas necessidades. Família, amigos, trabalho, estudo e outras atividades vêm em segundo plano, simplesmente para se ter mais tempo dedicado à pessoa que acredita ser “a ajuda adequada”. Ainda que perceba no “namorado” algum comportamento desagradável, falta-lhe coragem para exigir a mudança de alguns hábitos, satisfazendo-se com a frieza da indiferença.
A baixa auto-estima o ilude, fazendo-o acreditar que pior seria se não tivesse a companhia do outro. Acredita que quanto mais fizer pelo companheiro, tanto mais poderá se sentir amado. No começo, a pessoa – que é objeto da carência – pode até gostar dos carinhos, mimos e tempo dispensados a ela, mas logo se cansará, perdendo o interesse pelo relacionamento. E na tentativa de conseguir escapar dos tentáculos sufocantes de alguém assim começará a maltratar aquele que acabou se anulando.
Com medo de não ter a companhia do outro, a pessoa carente, muitas vezes, se sujeita ao menosprezo e até aos maus-tratos do companheiro. Faltando-lhe coragem para romper com a dependência dispõe-se ao outro até que este se canse e tome a iniciativa de abandonar a relação, a qual jamais deveria ter acontecido sob os efeitos de um coquetel de emoções desordenadas.
Para se evitar cair nas teias da carência é importante ter clareza dos objetivos que almejamos e buscamos viver. Somente dessa forma poderemos dar início à conquista de um relacionamento seguro e sadio. A pessoa – com quem buscamos partilhar nossas vidas – precisa manifestar maturidade e disposição para manter um relacionamento estável – no qual cresçamos juntos. E isso certamente não encontraremos num encontro casual e sem compromisso de uma noite.
Não podemos esquecer que num relacionamento vivemos numa via de mão dupla, ou seja, se podemos nos doar ao parceiro com gestos de carinho e atenção, procurando melhorar a saúde do relacionamento, a recíproca tem de ser verdadeira. Se faltar alguns desses valores em nossos relacionamentos, precisamos nos questionar se não estamos vivendo também às margens de nossa própria carência.
FONTES:
barra111

você sofre de carência afetiva?

Carência Afetiva é um distúrbio de comportamento que afeta um número muito grande de homens e mulheres. Em geral, pessoas que amam ilimitadamente, que vivem em uma linha tênue que alterna entre carência, amor e sofrimento, na grande maioria de total baixa auto-estima, quase todas adquiriram este distúrbio em alguma experiência onde suas necessidades emocionais não foram atendidas, seja na infância ou mesmo em relacionamentos passados.
Não se importando com seus próprios interesses, essas pessoas por muitas vezes mudam drasticamente suas opiniões em atenção ao relacionamento, se anulam, se fixam no relacionamento e fazem dele o centro de sua vida, vivendo muitas vezes um mal-estar interior, um sofrimento decorrente do relacionamento, que nada mais é que uma forma de se conectar com seus próprios sentimentos.
Os carentes afetivamente idealizam relacionamentos da forma que desejariam que ele fosse, e com isso acabam sendo vítimas de relacionamentos conturbados: Se envolvem com todo e qualquer tipo de pessoa, muitas vezes enxergam da forma em que acreditam que seu amor ou dedicação irá corrigir aquele defeito, fato este identificado na terapia como uma forma de fugir de seus próprios problemas centrando-se nos problemas dos outros, existe ainda o entendimento de que estas pessoas inconscientemente não distinguem amor e dor.
O carente afetivo é inseguro e está sempre pronto a agradar, demonstra muito amor e muito controle, sem perceber que isso acaba por sufocar a outra parte, mesmo não sendo esta a intenção, tem a necessidade de controlar as pessoas e os relacionamentos, temendo perder, e camuflam esse controle mostrando-se uma pessoa prestativa, sempre pronta a ajudar.

Perfil de quem sofre de carência afetiva:

O perfil do carente é o mesmo: Quer ser amado, quer aproximar e não afastar o outro, mas como não sabe se valorizar, talvez por não ter aprendido, e como não aprendeu a viver um relacionamento afetivo saudável acaba pondo os pés pelas mãos, afastando o outro cada vez para mais longe.
Além dos sintomas tradicionais deste tipo de carência existem ainda outros pouco notados: A tentativa de sentir-se melhor com o consumismo e o Altruísmo.
Experimente fazer perguntas a você mesmo, pergunte se optou por um retrocesso ou estagnação na sua carreira em função do relacionamento ou se desistiu completamente de investir em si mesmo. São diversas perguntas que você pode fazer a você mesmo em busca de respostas.
Como cuidar da carência afetiva?
Você precisa aprender a amar de forma saudável, estando em primeiro lugar e dosando para não ser egoísta, ame a si mesmo, resgate seu amor próprio, sem isso jamais poderá se relacionar de forma equilibrada.
Desenvolva auto-aceitação, não é por ser carente que você vai encontrar em outros indivíduos o que te falta, busque dentro de você, e se achar que não é capaz procure ajuda especializada, existem muitos grupos de apoio e profissionais neste sentido.
O importante é você admitir que ninguém poderá ajudá-lo sem que você seja consciente de seus próprios sentimentos, não importa o quanto você receba de amor de outra pessoa, jamais isso poderá curar suas feridas interiores, o único remédio para isso é entender e superar o que aconteceu.
Algumas essências Florais de Bach podem se úteis nestes casos:
– Para a Fraqueza ou instabilidade em opiniões e decisões: Centaury ou Scleranthus
– Para a Necessidade de manipular o relacionamento: Chicory
– Para a Falta de autoconfiança: Larch
Estas essências podem ser empregadas no tratamento da questão, mas deve lembrar que cada caso deve ser avaliado de forma completa, inteira, e que somente um profissional capacitado está apto a recomendar o uso de essências florais.
Existe em todas as cidades do Brasil Terapeutas especializados nestes tratamentos, o Sinte (www.sinte.com.br) presta esclarecimento e fornece informações a respeito de seus afiliados.
Para saber mais:
– Mulheres Que Amam Demais, Robin Norwood, ISBN: 8575810375.
– Para Além da Co-Dependência, Melody Beattie, ISBN: 8501046434.
– Eu Faço Tudo por Você, Sandra Maia, ISBN: 8589219178,
– MADA – Mulheres que Amam Demais Anônimas
Texto de: Flávio Pedro dos S. Pita.
Flávio Pedro dos S. Pita é terapeuta holístico



A carência afetiva tem se transformado numa verdadeira epidemia

Vivemos num mundo onde tudo o que fazemos nos induz a ter cada vez mais. Um celular novo, um sapato de outra cor, uma roupa de marca famosa, uma viagem em suaves prestações…
Tenho a impressão de estarmos todos tentando satisfazer um mesmo desejo, porém de maneira tão individualista e ansiosa que muitas vezes não percebemos a noção do que realmente importa.
Algumas pessoas não conseguem descrever, mas na maioria das vezes, a sensação de vazio ou de que algo precisa ser preenchido é uma fala muito comum principalmente em mulheres carentes. Elas tentam buscar o preenchimento desta falta no relacionamento e muitas vezes acabam cobrando coisas que muitas vezes não é possível receber. Muitos problemas de relacionamento começam exatamente nesse ponto.
Outras mulheres ao se sentirem carentes, doam intensamente seu amor ao companheiro, oferecendo toda espécie de carinho, afeto, agrado, abrindo mão de sua própria vida em função do outro. O companheiro vem em primeiro lugar, muitas vezes acabam abrindo mão de seus amigos, trabalho, família, filhos, simplesmente para satisfazê-lo.
A grande maioria não consegue se satisfazer com o que recebem. Com o que são, com o seu trabalho, com a sua vida.
Sugam a energia dos que estão a sua volta exigindo atenção constate, querendo agradar, querendo ser uma boa dona de casa, esposa e amante. Muitas vezes tornam-se exigentes, querendo sempre mais, pois os outros ficam sempre devendo em questões como apoio, atenção e segurança.
A infância de pessoas carentes geralmente foi privada de amor, carinho ou atitudes mais afetivas. Algumas famílias muito rígidas também tendem a desenvolver filhos inseguros que geralmente sofrem com a sensação de vazio. Geralmente a carência afetiva atrai relacionamentos confusos e insatisfatórios. Este perfil quase sempre dá mais do que recebe, faz tudo pelo outro e quando esquece de si mesmo corre o risco de ser menosprezado, rejeitado e não valorizado pelo parceiro.
A carência afetiva também leva muitas mulheres ao consumo, a compulsão, ao shopping, liquidação, compras. É uma busca constante para se sentir melhor, aumentar de qualquer jeito a auto-estima e principalmente tentar preencher algo que está faltando, novamente a importância do ter em detrimento de ser.
O primeiro passo para administrar o problema é desenvolver a auto-aceitação, melhorando assim a auto-estima. Ser carente é estar em constante busca de algo que nem sempre encontramos no outro ou nas coisas, mas em nós mesmos, é nos descobrirmos sermos a nossa melhor companhia. Por isso, pare de buscar este preenchimento fora e busque encontrá-lo dentro de você. Procure ajuda se achar necessário.
Há anos tenho problemas com a expressão carência afetiva. Ela sugere que algumas pessoas têm maior necessidade de aconchego do que outras. Que as mais carentes têm direitos especiais, adquiridos em função de uma história de vida particularmente infeliz. Não é isso que percebo. Aqueles que se colocam como carentes tiveram vivências pessoais similares às da maioria das pessoas. Além do mais, não é necessário ser particularmente carente para gostar, e muito, de ser tratado com amor, carinho e atenção.

a força do amor

Nos dias que correm, a nossa sociedade é cada vez mais uma sociedade de consumo, e até o Natal, já se tornou num feriado comercial.

Estamos de tal forma inseridos numa vida rotineira e de tal forma desenfreada que nos esquecemos e acabamos por perder certos valores morais, que muito contribuem para a nossa felicidade. A Família está a tornar-se numa palavra com protagonismo secundário e quase ninguém se importa com o que o outro pensa ou sente, o mais importante está a tornar-se no Eu, tudo gira a minha volta e só Eu é que sou importante. Talvez seja esta a principal causa de divórcio, que cada vez mais está a ganhar um elevado numero de adeptos.
A felicidade familiar, vai-se construindo todos os dias, não é uma “coisa” que se adquira e já vem predefinida com manuais de construção, mas sim um Dom que se constrói todos os dias.
Os momentos que parecem os mais insignificantes da vida do casal são sem duvida os mais valiosos e os que fortalecem os alicerces do Amor.
Dizem que parar é morrer, mas, se pararmos de vez em quando para olhar para o passado, perguntarmo-nos como chegamos até aqui, como crescemos, com quem crescemos, de que valores fomos feitos, talvez consigamos, dia a dia, hora a hora, momento a momento, decidir melhor o nosso caminho e talvez voltar a sentir as razões porque um dia dissemos:
“Eu, recebo-te por minha Esposa, e prometo-te ser-te fiel, amar-te e respeitar-te, na alegria e na tristeza, na saúde e na doença, todos os dias da nossa vida.”

“Ninguém consegue ser feliz se não conseguir fazer o outro feliz.”



domingo, 31 de agosto de 2014

Quer saber como "Reconquistar seu ex"?

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Tudo parecia um conto de fadas, e de repente ele terminou, ou sumiu sem dar explicações. Homens não pensam como mulheres e não aprenderam como se expressar quando querem terminar um relacionamento, então a maioria deles some. E você fica pensando o que pode ter acontecido, o que você fez pra que ele tomasse essa decisão. A primeira dica é: "NUNCA SE CULPE, MESMO QUE TENHA CULPA".

Entenda que quanto mais você procurar justificativas, mais ele vai se afastar. Alguns homens precisam de tempo pra repensar em suas decisões, outros nem querem pensar e saem fora. A melhor forma de ler os homens é pelo que eles FAZEM e NÃO pelo que DIZEM. Isso quer dizer que quando um homem não telefona para você, isso é um sinal por si. Muitos dizem eu te amo, mas nunca estão presentes, querem apenas ficar te cozinhando em "Banho Maria":(te deixar esperando enquanto ele come outra, e se ele não gostar ele volta).

Seu desespero nesse momento vai jogar tudo por água abaixo, portanto mantenha-se em seu devido lugar: LONGE DELE.  Não fuce facebook, não envie sms nem whatsapp, não envie e-mails, e se por acaso ele ligar não atenda prontamente, afinal de contas a partir de agora você não estará mais disponível pra quando ele quiser. Não quer ser fornecedora de marmitex pra ele né. Não poste em sua página mensagens dramáticas, você não vai demonstrar que está desesperada, isso levantará o ego dele. 

Repense: Vale a pena voltar pra alguém que me despreza? Vale a pena abrir mão de conhecer alguém que pode te amar pra continuar esse sofrimento? Você que não ata nem desata está apegada a dor, ou sofrimento e ao pouco que ele pode te oferecer. No lugar dele você voltaria? Depois que um vaso quebra, ainda que seja remendado ele jamais será como o vaso que nunca quebrou.

Bom, se mesmo assim você ainda quiser tentar reconquistar seu ex, vamos te preparar:


*As chances de reconquistas diminuem quando  seu(sua) ex companheiro(a) começou um novo relacionamento.

*Os homens mais jovens são mais difíceis de reconquistar do que mulheres.

Dependendo do caráter, duração e fase do relacionamento, homens e mulheres também vão mudando suas perspectivas sobre o relacionamento com o passar do tempo. Por isso é importante compreender aquilo que seu(sua) ex espera do relacionamento. 
Seu(sua) companheiro(a), satisfaz suas necessidades?
Também não basta saber o que seu(sua) ex espera do relacionamento, você tem que  esclarecer o modo  como seus atos afetam seu(sua ) ex.


Quando o relacionamento chega ao final é muito difícil sujeitar-se a todas implicações que supõem uma separação, mas há algumas dicas fundamentais para atravessar este período turbulento sem morrer na tentativa.

1.  Esclarecer as razões. Durante a separação sofre-se um conflito emocional interno. Em vez de sentir culpa ou culpar o outro é melhor focar-se nas razões pelas quais chegaram a separação. No caso de que tenha sido o outro que pediu a separação, em vez de sentir raiva, tente focar seus pensamentos nos motivos pelos quais ele(a) fez isso, o que o(a) levou a não querer ficar mais com você.
2.   Não procurar culpados. As separações são causadas por um dos companheiros. É melhor pensar qual foi a sua contribuição para que possa melhorar as futuras relações. Sim, você vai se apaixonar outra vez mesmo que hoje sinta uma vontade absurda de enterrar a cabeça debaixo de um travesseiro e nunca mais levantar. Isso passa.
3. Aceite as mudanças. Depois de uma separação a vida da gente muda drasticamente. Depende de você se vai ser para pior ou melhor. A melhor maneira de adaptar-se a esta nova etapa é aceitar que nada vai ser como antes e admitir que terá uma transformação.
4.  A dor do final. As aflições da separação podem perdurar por até um ano ou mais dependendo de como você lida com os seus sentimentos. Por isso o melhor é evitar tudo aquilo que lembre a sua relação neste momento. Faça novas amizades, vá a locais onde têm muita gente, frequente uma academia só para ver pessoas bonitas que transitam por  lá. Evite coisas tristes e locais sombrios.
5.  Término não é fracasso. A separação em geral acontece por um problema de má comunicação, inexperiência, diferentes expectativas e inclusive má escolha, mas nunca por fracasso.
6. Preserve os filhos(se tiverem). A relação do(da) ex com seus filhos é responsabilidade dele(a). Evite criticar o pai ou a mãe de seus filhos e nunca se intrometa na relação entre eles. Não é porque você está se sentindo mal que ira desejar o mesmo para os frutos de um amor. Afinal foi assim que eles nasceram, certo?
7.   Dar um tempo. Essa situação deixa uma ferida emocional profunda, motivo pelo qual é preciso ficar só um tempo para aprender a se conhecer e evitar entrar rapidamente de cabeça em uma nova relação se for o caso. Uma vez superado o processo de cura das feridas, aí sim, é possível procurar um novo relacionamento para buscar uma nova vida a dois.
8. Medo da solidão. Pode existir um temor em não encontrar um(uma) novo parceiro(a). Não tente aliviar esse medo com a primeira pessoa que lhe apresentem. Um prego não arranca outro prego; a paciência e uma escolha meditada ajudam a encontrar a pessoa ideal.
9. Um novo encontro. Ao momento de sair novamente com ele(ela, o mais recomendável é não contar detalhes desta separação, nem expressar os ressentimentos acumulados contra ele(ela).

10. Ajuda profissional. No caso de que não consiga superar o rompimento, e nem reconquistá-lo(a) o aconselhável é mudar de vida, de cidade, faça qualquer coisa por você, reinvente-se ou então quando todo o mais não der resultado, procure ajuda profissional, entre em contato comigo no dicasderelacionamento@hotmail.com e marque uma consulta online.




#Sinta-se mal com o rompimento, mas por 15 minutos
"Obsessão sobre algo é realmente o caminho natural do nosso cérebro para lidar com a mudança,permita-se "pirar" um pouco. No entanto, delimite quanto pode pensar sobre o assunto de uma maneira saudável. Assim, ganha controle sobre a situação.

#Faça uma limpeza de 30 dias
A ideia não tem relação alguma com dietas malucas. A meta é não manter contato com o(a) ex por 30 dias. "Você vai superar isso mais rápido com contato zero. E está provando para si que pode viver sem ele(a).

#Exclua-o(a)
Espioná-lo(a) só piora a situação. Delete-o(a) da sua vida na internet.

#Deixe que seus amigos saibam o que precisa
Fale para os seus amigos o que precisa. Eles(elas) podem querer marcar uma festa para solteiros e você talvez ainda não esteja preparada(o) para isso.


#Melhore seu ego
Faça algo um pouco assustador ou que sempre desejou, como aprender a surfar ou pular de bungee jump. A atitude lhe trará confiança.


Aproveite esse tempo de “distanciamento” para trabalhar na sua atração. Muitas pessoas confundem a palavra atração, com a palavra “Aparência”. Se falamos de atração não estamos nos referindo somente a aparência. A aparência é só uma de muitas características que fazem uma pessoa atraente. A atração é a forca que projeta um objeto. Pode consistir em uma característica externa (beleza) como também atributos (caráter, religião, carisma, posição social, valor material), que podem ser avaliados de uma forma individual e variada. Quanto mais agradável a pessoa for, mais atraente essa pessoa será aos olhos de outras pessoas do seu entorno como também por seu(sua) ex.

Lembre-se que as pessoas somente descobrem o real valor de certas coisas/pessoas quando as perdem. Então, é sentimento de perda que você deve tentar instigar nele(a).


Consultas particulares online, marque a sua no dicasderelacionamento@hotmail.com

sexta-feira, 29 de agosto de 2014

Você “curtiu”? Reflexões sobre o flerte online

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É fato que as redes sociais trouxeram novas possibilidades de conhecer pessoas e de se relacionar.  Com apenas um clique podemos nos conectar de forma muito rápida com inúmeras pessoas e mais, termos acesso a uma gama de informações fornecidas por elas mesmas em um perfil editado. Muito diferente da forma de conhecer gente há algumas décadas atrás.
Num passado não tão remoto assim, para conhecer pessoas novas precisávamos sair de casa. Ir ao encontro dos amigos, a festas, clubes, shows, bares, casa de familiares. Assim, se alguém nos despertasse interesse era hora de começar as aproximações. Troca de olhares, sorrisos, um aceno com as mãos, ou num pedido para que um amigo nos apresentasse. Assim começava o flerte e a paquera e com isso a expectativa da troca de telefone, dos contatos iniciais e quem sabe um convite para sair à sós.
Com os chat’s online as pessoas já aumentaram as chances de conhecer pessoas, mas ainda sim, nestes chat’s existia alguma privacidade, pois muitas vezes eram usados apelidos o que garantia até certo ponto o anonimato. Um flerte poderia ser levado adiante ou não dependendo da conversa e encerrava-se o contato muitas vezes sem conhecer o rosto da pessoa.
Com a chegada das redes sociais, o privado se torna público e fazemos um “recorte” das nossas características e publicamos em um perfil. Além disso, essas redes sociais nos sugerem “amigos” além daqueles que adicionamos espontaneamente e que fazem parte do nosso cotidiano. Assim, com apenas um clique podemos iniciar uma conversa e até um flerte “online”. Flerte esse que será construído ao som das teclas do computador ou smartphone e pela seleção de “emoticons”.
No flerte “tradicional” ao vivo em cores, tínhamos acesso a leitura do comportamento verbal e não-verbal (gestos, postura corporal) do outro o que nos dava uma maior possibilidade de saber o quão estavam interessado ou não na nossa companhia. No flerte “online” podemos ir até onde nossa imaginação e desejo quiser, pois precisamos apenas teclar, curtir fotos, publicações, postar frases ou músicas que poderiam sugerir para a outra pessoa o nosso interesse.
Porém, essa nova forma de flertar acaba gerando dúvidas sobre o real interesse que se tem para além do flerte online. Não raras são as vezes em que escuto histórias no consultório ou fora dele de que pessoas que foram flertadas online e ficaram sem saber como agir, pois a demonstração de interesse não passava de tecladas ou curtidas nas redes sociais. Muitas vezes, pede-se o telefone, adiciona no “whatsapp” e este aplicativo acaba se tornando apenas mais uma possibilidade de interação online, apesar de se ter o telefone da pessoa e a possibilidade de fazer uma ligação.

                Então convido o leitor a seguinte reflexão: curtidas, tecladas e postagens nas redes sociais são suficientes para demonstrar seu interesse? Tenho comigo que essas novas possibilidades são suficientes para o início de interação, mas nem de longe vão substituir o face a face. Se você realmente “curtiu” alguém, lembre-se que o seu telefone e o da pessoa também faz e recebe ligações. Ligue, ouça a voz, faça um convite para sair. Transponha a “segura” tela do computador ou do smartphone e arrisque-se. Não esgote as conversas no modo “online”, experimente ao menos uma vez ficar off-line para a tela e online para a pessoa que te interessou e passe a desfrutar de coisas que somente um encontro pessoal pode proporcionar: você pode descobrir que o sorriso dela é lindo mesmo, e que ele tem um jeito de olhar que te encanta. Ou que a atração não foi lá essas coisas, mas que possuem tantos interesses em comum e que no mínimo pode surgir uma amizade. Ou que não foi nada disso, que o encontro foi um saco, a pessoa era chata e mesmo assim você terá uma história real para contar. 

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