quarta-feira, 31 de dezembro de 2014

Atendimento personalizado: via e-mail, skype, telefone e WhatsApp.

/ /







Atendo pessoas que ainda não conseguem ter um relacionamento duradouro, ainda não encontraram o parceiro de suas vidas.



Pessoas que estão num relacionamento conflituoso. Algumas me procuram já decididas pela separação e outras decididas a salvar seu relacionamento. Vejo pessoas desistindo da separação quando antes já estavam decididas por ela, e pessoas que optam por uma separação quando esta alternativa ainda não lhes parecia tão clara.



Pessoas que ainda estão ligadas ao sofrimento daquele momento ou ao ex-parceiro e por isso não conseguem levar a vida adiante.



Pessoas que querem reconquistar o (a) ex.




Para todos os casos, meus clientes compreendem que a vida vale a pena ser vivida em sua mais profunda intensidade. Que momentos simples e singelos são tão significativos quanto datas especiais, e que vale a pena investirmos nos nossos relacionamentos. Casais felizes fazem uma sociedade melhor.



Andreia Fargnoli: Especializada em relacionamentos.



Atendimentos  via e-mail, telefone e Skype e agora WhatsApp   para todos os países. 

Clientes de outros países: Transferências podem ser feitas por  Western Union.

Consulte valores no:

dicasderelacionamento@hotmail.com

Andreia Fargnoli




Participe da nossa página no Facebook: clique aqui


sexta-feira, 21 de novembro de 2014

O que pessoas inteligentes aprendem com um pé na bunda

/ /
Pé na bunda. Quem nunca? Esta que vos fala já perdeu as contas – de quantos levou e de quantos deu – por que, se nesta vida apanhamos, também temos a oportunidade de bater de vez em quando.
A verdade é que nada nos pertence. As coisas e as pessoas podem simplesmente cansar de você quando você menos esperar, e, por mais que pensemos estar preparados, não estamos. Nunca estamos. Mas, se o sofrimento nos visita com mais frequência do que desejamos, então, que tiremos disto algum proveito.
O grande ponto quando se trata de lidar com um pé na bunda é saber perder. É o que fazemos a vida inteira: administramos perdas. E a vida, embora nos ensine muito mais a ganhar do que a perder, nos tira coisas com a mesma velocidade que nos presenteia.
Pode parecer impessoal – frio e cruel, em certo ponto – falar em ganhar e perder quando se trata do fim de um relacionamento. Como se as pessoas fossem objetos ao nosso bel-prazer, que ganhamos e perdemos como quem perde uma grana no pôquer ou ganha um presente de natal. Mas, se pensarmos com a tal frieza que a vida nos exige, é exatamente isto.
Choramos muito mais a perda daquilo que julgávamos ter do que a própria saudade, que deveria ser o ponto principal do tal pé da bunda. Choramos o nosso próprio fracasso em manter alguém que julgávamos nosso. A dor de não poder escolher agiganta-se diante da mera saudade do abraço, do cheiro, do cotidiano.
O amor fica pequeno perto do egoísmo de simplesmente sentir-se dono – e quando você se livra da ideia de que alguém lhe pertence ou pertenceu em algum momento, você abstrai a perda. Por que os relacionamentos, na verdade, são como barquinhos num grande oceano: cada um navega para onde melhor lhe convir. Se convier navegar lado a lado, ótimo. E, se não, paciência. Cada um continua seguindo seus próprios ventos.
Choramos, na verdade, nosso próprio fracasso. Nossa suposta incapacidade em manter ao nosso lado aquele que julgamos querer. Choramos por que, no íntimo de nossas almas, julgamos que perdemos por demérito – e o sentimento de não merecer é mais cruel do que qualquer saudade. O sentimento de perder o controle da situação é mais desesperador do que qualquer abraço quente que lhe falta na cama.
Alguém inteligente – veja bem, não a inteligência das equações, mas aquela inteligência complicada que os sentimentos exigem – compreende que nada nos é tirado. Que a mania de sofrer pode ser maior do que o próprio sofrimento. Que a autopiedade é mais cruel que a própria saudade.
A saudade, sozinha, é aquele sentimento bonito por algo bom que foi vivido algum dia e que compreendemos não nos pertencer mais. Mas a saudade temperada pelo melodrama, pela mania de querer tudo para si – como se o mundo não escolhesse por nós de vez em quando – é catastrófica.
Quando nos livramos do egoísmo, do sentimento de posse e do orgulho, compreendemos que nada é quando realmente não deve ser. Que tudo passa se deixamos passar. Que tudo vem se sabemos receber. Que um pé na bunda não nos torna mais ou menos merecedores de coisa nenhuma: nos torna humanos, como um monte de seres humanos por aí que já sofreram por amor e continuam vivos.
Aprende que o mundo não vai te obedecer sempre. E que de vez em quando você vai perder – aliás, você vai perder quase sempre. Ganhar é a exceção.Estar acompanhado é a exceção. A regra é estar só. Aprende a ser só. Aprende a navegar. Toca teu barquinho.


Uma em cada três mulheres no mundo sofre violência conjugal

/ /
Uma em cada três mulheres no mundo é vítima de violência conjugal, adverte a Organização Mundial da Saúde (OMS) em uma série de estudos publicada na sexta-feira na respeitada revista médica The Lancet.
Apesar da maior atenção dada nos últimos anos à violência contra mulheres e meninas, esta ainda se mantém em níveis "inaceitáveis", segundo a OMS, que considerou insuficientes os esforços feitos.
Em todo o mundo, entre 100 e 140 milhões de mulheres jovens e adultas sofreram mutilações genitais, e cerca de 70 milhões de meninas se casaram antes dos 18 anos, frequentemente contra a sua vontade, enquanto 7% das mulheres correm risco de ser vítimas de estupro ao longo da vida, destacaram os autores destes estudos.
A violência, "exacerbada durante os conflitos e as crises humanitárias", têm consequências dramáticas para a saúde mental e física das vítimas, acrescentou a OMS.
"Nenhuma varinha de condão poderá suprimir a violência contra as mulheres. Mas temos provas de que são possíveis mudanças na mentalidade e no comportamento, e estes podem se realizar em menos de uma geração", explicou Charlotte Watts, professora da Escola de Higiene e Medicina Tropical de Londres.
A organização das Nações Unidas reivindica um maior investimento por parte dos países e dos doadores para reduzir a discriminação contra as mulheres, destacando que não se trata apenas de um problema social e criminal, mas também um tema de saúde pública.
"O pessoal de saúde costuma ser o primeiro contato que as mulheres vítimas de violência têm", disse a doutora Claudia García Moreno, encarregada da pesquisa de violência contra as mulheres na OMS. Por isso, este pessoal de saúde precisa de uma formação adequada.
Estes estudos sugerem aos tomadores de decisão política, pessoal médico e doadores internacionais cinco pistas para acelerar seus esforços. Segundo eles, os Estados deveriam consagrar mais recursos para fazer do combate à violência contra as mulheres uma prioridade, reconhecendo que se trata de um freio para o desenvolvimento e o acesso à saúde. Ao mesmo tempo, todos aqueles elementos que perpetuam a discriminação entre os sexos, tanto nas leis quanto nas instituições, deveriam ser eliminados.
A promoção da igualdade, dos comportamentos não violentos e a não estigmatização das vítimas é uma necessidade, afirmaram os autores. A adoção de leis preventivas apoiadas na saúde, na segurança, na educação e na justiça permitirão também fazer evoluir as mentalidades.
Finalmente, os países deveriam favorecer os estudos e pôr em prática com mais rapidez as medidas que se revelarem mais eficazes na luta contra a discriminação de gênero.


msn

quarta-feira, 19 de novembro de 2014

Manual para entender as Mulheres

/ /

O tamanho do pênis importa?

/ /



Não é imprescindível para ter prazer na cama, mas se pudéssemos escolher nosso homem ideal, além de ter um bom corpo, certamente o tamanho de seu pênis seria considerável. E, sem dúvida, a maioria deles também não se importaria de ter um pênis maior.

O tamanho do órgão sexual masculino não tem relação com a altura ou peso do homem. Em repouso, tem, em média, de 8 a 10 cm. O frio, o medo e a ansiedade podem encolhê-lo. Ereto, cresce em comprimento e espessura. Por isso, não faça julgamentos antes de vê-lo excitado, as aparências podem enganar.

Relacionado tradicionalmente à virilidade, o tamanho do pênis é uma obsessão e um tema recorrente entre a maioria dos homens. Mas o que muitos homens e mulheres não sabem é que a maioria das terminações nervosas da vagina está no começo. O que realmente pode influir é a espessura. Mas isso também não é um problema, já que a vagina foi desenhada para não diminuir a auto-estima masculina: suas paredes adaptam-se a qualquer diâmetro.

Assim, contra as crenças mais arraigadas, o tamanho do pênis não tem grandes consequências sobre a masculinidade, o desejo sexual ou a obtenção do prazer. Ainda que, ao mesmo tempo, não possamos esquecer e ser tão compreensivas a ponto de não reconhecer o efeito que causa a visão e o toque de um pênis poderoso.


E você,o que acha? 


10 dicas para esquentar seu relacionamento

/ /


Não force situações com as quais você ou ele não se sintam bem. E não se esqueça que não importa o tempo de convivência do casal: a camisinha continua sendo fundamental. As sugestões da lista abaixo, dadas pela sexóloga Glene Faria, podem dar o empurrão que falta para acabar com a burocracia na sua transa.

1. Melhorar a auto-estima
Você não vai convencer seu parceiro de que a noite será maravilhosa se não se convencer disso primeiro. E o primeiro passo é se achar atraente, bonita e gostosa. Um pneuzinho, uma ruga ou uma mancha não são motivos para se olhar no espelho e se sentir mal.


2. Conversar sempre
Você pode fazer sexo em silêncio - ou sem trocar uma palavra inteligível. Mas a conversa, na cama e fora dela, pode melhorar a qualidade do sexo. Diga, ou aponte a ele, onde gosta de ser tocada e o que lhe dá mais prazer. Incentive-o a fazer o mesmo.


3. Criatividade
Para tirar o seu parceiro da frente da televisão e instigá-lo a uma noite de amor, vale tudo. Bilhetinhos, recados apaixonados no telefone e até os telegramas fonados. Telefone para ele durante o trabalho e convide-o para uma viagem maravilhosa essa noite. Talvez ele peça ao chefe para sair mais cedo...


4. Bom humor
Durante o sexo, é preciso estar disposta. Nunca faça porque se sente obrigada. O homem sente mais prazer se perceber que você também está aproveitando. Mantenha o bom-humor mesmo que nem tudo saia como o planejado. Assim, você garante que vai haver uma nova oportunidade.


5. Romantismo
Pode parecer que só as mulheres gostam de romantismo, mas os homens também aproveitam esses momentos. Abuse dos carinhos, beijos e abraços. Prepare um jantar à luz de velas, mantendo o suspense para o que vem depois.


6. Mudar o ambiente
A mudança de cenário dá à relação um sabor diferente. Se o quarto e a cama parecem convencional demais, porque não a sala, a cozinha ou até a lavanderia? Um motel também é uma ótima opção, principalmente se outras pessoas moram na casa. Um bom espelho no teto e uma banheira de hidromassagem, mesmo sendo clichês, são muito excitantes.


7. Explore as fantasias
Descubra suas fantasias e as compartilhe. Diga ao seu parceiro o que você gostaria de fazer com ele e coloque em prática. Deixe que ele faça o mesmo. É importante que os dois se sintam seguros e bem em realizar essas fantasias. Não faça algo que não faz você se sentir bem e nem obrigue-o a fazer.


8. Sedução
O sexo envolve todos os sentidos e você pode colocar usar e abusar de todos eles. Impressione sua visão com uma lingerie sensual e um strip tease. Faça nele uma massagem sensual, enquanto sussurra em seu ouvido o que vem depois.


9. Variações
Experimente novas posições sexuais. Pratique o sexo oral e o sexo anal, desde que se sinta à vontade. As variações vão provocar novas sensações e você vai querer repeti-las.


10. Brinquedos
Além de você e ele, brinquedos eróticos também podem participar do momento de prazer. Faça uma visita a um sex shop e veja que existe muita coisa para ser usada além das algemas...

Postagens relacionadas

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

Siga meu Facebook