terça-feira, 30 de setembro de 2014

Atendimento personalizado: via e-mail, skype, telefone e WhatsApp.

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Atendo pessoas que ainda não conseguem ter um relacionamento duradouro, ainda não encontraram o parceiro de suas vidas.



Pessoas que estão num relacionamento conflituoso. Algumas me procuram já decididas pela separação e outras decididas a salvar seu relacionamento. Vejo pessoas desistindo da separação quando antes já estavam decididas por ela, e pessoas que optam por uma separação quando esta alternativa ainda não lhes parecia tão clara.



Pessoas que ainda estão ligadas ao sofrimento daquele momento ou ao ex-parceiro e por isso não conseguem levar a vida adiante.



Pessoas que querem reconquistar o (a) ex.




Para todos os casos, meus clientes compreendem que a vida vale a pena ser vivida em sua mais profunda intensidade. Que momentos simples e singelos são tão significativos quanto datas especiais, e que vale a pena investirmos nos nossos relacionamentos. Casais felizes fazem uma sociedade melhor.



Andreia Fargnoli: Especializada em relacionamentos.



Atendimentos  via e-mail, telefone e Skype e agora WhatsApp   para todos os países. 

Clientes de outros países: Transferências podem ser feitas por  Western Union.

Consulte valores no:

dicasderelacionamento@hotmail.com

Andreia Fargnoli




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segunda-feira, 22 de setembro de 2014

Ingredientes mágicos para curtir a vida a dois

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O casal se afina na área social, no sexo, nas ideias. Essa é a combinação ideal para que seu relacionamento entre em erupção, do tipo daquela que rola entre uma bala de menta e refrigerante de cola. Com a ajuda de especialistas em química de casal – psicólogos, psiquiatras e terapeutas sexuais –, listamos algumas reações que podem melhorar e esticar a vida do seu relacionamento.

Química intelectual

► O que é Você é desafiado a cada bate-papo, mas, ao mesmo tempo, percebe que vocês têm o mesmo ponto de vista e ambições.
► Por que é legal Esse tipo de compatibilidade garante que a relação tenha futuro. Isso por que cada encontro sempre agrega coisas boas. “Pesquisas mostram que casais que têm uma série de semelhanças, incluindo compatibilidade intelectual, acabam ficando juntos”, diz Helen Fisher, psicóloga americana e pesquisadora de sexo da Universidade Rutgers (EUA).
 Fique ligado Sabe aquela sensação de quando a sintonia está ajustada?  “Quando você sente que está aprendendo com sua parceira e que também ensinou algo, a química intelectual está perfeita”, diz Rose Villela, psicóloga e sexóloga de São Paulo. Você pode não entender o negócio que ela está coordenando, mas vai focar sua atenção para ouvi-la sobre o assunto. Enquanto isso, ela sacrifica uma saída no sábado à noite para assistir à sua série preferida, enquanto você, entre um carinho e outro, explica por que é tão legal aquele programa.
► Cultive a sintonia “Não tenha medo da discussão. Exponha seu lado, escute o dela, compartilhe argumentos, mas de forma pacífica. Quanto mais perguntas, mais chances de um se encantar com o outro”, diz Carlos Eduardo Carrion, psiquiatra de Porto Alegre e consultor da MH.

Química física

 O que é Já sentiu aquele “quero você agora!” assim que bateu o olho em uma mulher? Bingo, você foi fisgado.
 Por que é legal A atração física libera uma abundância hormonal que provoca uma reação arrebatadora. Alimentada principalmente pela testosterona, desperta seu desejo e ajuda você a reunir forças para se aproximar da garota. “Quando as partes mais inconscientes de dois corpos entram em acordo, a explosão sexual é certeira”, diz Carrion.
 Fique ligado Seu cérebro vai dar o alerta. “Quando você vê uma bela mulher, seu corpo aumenta a produção de ocitocina, vasopressina e dopamina – tudo como resposta a uma potencial oportunidade sexual”, diz Larry Young, psicólogo americano e coautor do livro A Química entre Nós (Ed. Best Seller, 305 págs.).

Química social

 O que é Vocês são uma dupla dinâmica quando estão só os dois. E, ao mesmo tempo, um casal divertido com quem as outras pessoas gostam de estar.
 Por que é legal “As relações sociais são importantes para ajudar a diminuir algumas tensões entre o casal, além de trazer experiências novas para dentro da vida a dois”, explica Rose.
 Fique ligado Como casal, vocês podem sair com amigos e todos se divertem. Ou, inversamente, é tranquilo passar um ou dois fins de semana sem eles.
 Cultive a sintonia Aprender a dosar momentos compartilhados com a turma e momentos do casal é fundamental para o futuro. “Mesmo com poucos meses de relacionamento, vocês devem priorizar a vida a dois, mas também é essencial alternar noites de filme e vinho com o bar do pessoal”, diz Carrion. “Socialize com amigos dela, chame-a para conhecer os seus. Ver sua parceira de outros pontos de vista e com outras companhias é vital para a saúde da relação”, completa o psiquiatra.

Química financeira

 O que é A conta bancária não precisa ser a mesma, mas os objetivos devem ser parecidos. Na hora de poupar ou gastar, vocês precisam olhar para o mesmo norte.
 Por que é legal O sucesso de um dá ânimo ao outro e “nada mais afrodisíaco do que um parceiro bem-sucedido”, diz Carrion. Por outro lado, o fracasso ou a falta de ambição podem detonar uma vida a dois.
 Fique ligado Vocês não se importam se é você ou ela quem assumiu a conta de luz do mês. Vocês podem concordar com a maioria das compras – ou, pelo menos, concordam em reconhecer que vocês têm diferentes estilos de gastos, de modo que ela não vai perguntar (e você não vai dizer) quanto realmente gastou naquela moto.
 Cultive a sintonia O primeiro passo para dar certo é o casal ter em mente que o dinheiro não rege a vida a dois. Opções de baixo custo, como jantar em casa ou ir a um show gratuito, mostram que a relação funciona bem. “Assim, você acaba percebendo se os objetivos são realmente os mesmos entre as duas partes do casal”, diz Rose.

Química na conversa

 O que é Vocês falam a mesma língua e têm em comum as mesmas referências culturais e piadas internas.
 Por que é legal Estudos mostram que casais em relações íntimas têm papo parecido, com palavras similares. Isso é chamado de correspondência de estilo de linguagem, e pode indicar o quanto vocês se gostam. “Mais: a base de qualquer relacionamento está na conversa. Um casal precisa saber se comunicar”, diz Rose.
 Fique ligado “Um termina a frase do outro corretamente”, indica James Pennebaker, psicólogo da Universidade do Texas em Austin (EUA), que estuda linguagem e relacionamentos. Discussões com “não foi isso que eu disse, você entendeu tudo errado!” não são raras.
 Cultive a sintonia No início do relacionamento dê a ela um apelido, crie intimidade. Durante as conversas, ouça em vez de ignorar quando ela conta sobre o dia dela. Faça perguntas, repita nomes, esteja envolvido na história. “Preste atenção nela e diga o que você pensa, o que faz você feliz. Não poupe palavras”, diz Carrion.

“CASAIS EM RELAÇÕES ÍNTIMAS TÊM PAPO PARECIDO, COM PALAVRAS SIMILARES”

Química no sexo

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 O que é Se no encontro de vocês sai faísca e o único lugar onde o casal quer estar é a cama, então, sim, vocês foram além da mera química física para a sexual.
 Por que é legal Sem essa faísca, qualquer relacionamento se transforma em uma relação fraternal. Afinal, você não quer ter como namorada uma simples amiga, certo? O tesão é essencial em uma relação.
 Fique ligado Casais que não conseguem ficar sem se tocar e aquele desejo é perceptível 24 horas do dia. “Atração funciona como vício”, diz Young.
“A formação de um vínculo entre companheiros envolve a ativação do circuito de recompensa do cérebro, a mesma parte dele na qual a cocaína age. E o sexo libera os produtos químicos de ativação de recompensa que fazem com que ela queira mais você.” Em outras palavras, quanto mais sexo vocês fazem, mais vocês querem.
 Cultive a sintonia “Não tenha medo ou vergonha de experimentar atividades e experiências sensuais que possam trazer prazer, paixão e excitação a você”, diz Carrion. “Com o tempo, a química sexual diminui gradualmente, mas isso não significa que a relação estragou ou perdeu o brilho”, diz Justin Lehmiller, psicólogo social da Universidade Harvard (EUA). O antídoto é estar ciente desse efeito e lançar um forte ataque de inovação: novas posições, novos lugares, novos brinquedos…

Amor Bandido: mulheres vivem nas portas de presídios à espera de seus amores

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É início de tarde de uma sexta-feira, dia de visita íntima na Penitenciária Estadual de Vila Velha, e faz um calor de 35°. Sentadas na sombra em bancos de cimento, quatro mulheres se divertem. Enquanto aguardam a hora de cruzar o portão de ferro, trocam shorts curtos e blusas decotadas por calças compridas e camisetas largas no banheiro que fica em frente à entrada. Passam batom, pintam os olhos, escovam os cabelos. Os cartazes colados na parede dão conta das regras que a visitante vai encontrar lá dentro. “Proibido o uso de roupa nas cores azul ou preta”, “Proibida roupa decotada, curta ou colada ao corpo”, “Proibida bermuda ou salto alto”...




A vigilante Adriana*, de 26 anos, abre a bolsa e mostra as Havaianas. Faz três anos e sete meses que ela carrega o chinelo de borracha toda sexta-feira quando sai de casa, em São Pedro, Vitória. O ritual é sagrado: encara duas horas de ônibus, troca de roupa no banheiro, faz a maquiagem, passa perfume e fica à espera do horário para encontrar o marido – com quem é casada há 11 anos - preso por tráfico de drogas. “Estive com ele horas antes de ser preso. Me deixou na creche para buscar a nossa filha e disse que voltaria, só que não voltou”, lembra-se do fatídico dia. Foi pela televisão que ela ficou sabendo da prisão. “Fiquei sem chão”.



Quando Adriana pisou pela primeira vez na cadeia, não houve toque, abraços, beijos. Separados por um vidro, houve apenas uma conversa. “Só chorei. Lembro que ele pediu para não abandoná-lo e eu disse que o amava. Falei: ‘Vou com você até o final’”. Ali, ela decidiu que encararia as portas de cadeias por seu amor. No seu currículo estão três penitenciárias. E foi nessas idas e vindas que aprendeu que mulher de bandido é figura de respeito. “A visita é sagrada. Se encontro algum preso pelo caminho, eles viram a cara para a parede. Pela ética deles, mulher de preso não pode ser paquerada por outro preso. Eu sou a mulher do Rodrigo*”.



Adriana já tinha dois filhos quando o marido foi preso. O terceiro, com três meses, foi feito durante uma visita íntima na prisão. “O sexo acontece num quartinho com cama de cimento e banheiro. Quando entramos vamos direto para esse local. São duas horas de prazer”. Nesses três anos ela só faltou três vezes à visita. “O dia que não tenho dinheiro, tenho que me virar. Ele não entende quando não dá pra vir”. Ela se vira, mas não falta. “Ele foi meu primeiro homem. Não consigo ficar com outros, parece que estou de pés e mãos amarrados”, conta, antes de declarar: “Só vem parar em porta de cadeia quem ama. O resto abandona, porque não aguenta a pressão”.



Casamento na cadeia



A auxiliar administrativa Lúcia*, de 40 anos, é uma das poucas a chegar de carro para a visita, com vestido estampado longo, cabelos soltos e sacola de plástico na mão. “É o lençol, toalha de banho e sabonete que carrego”. O marido foi condenado a 12 anos. Já cumpriu cinco. “Você não imagina o que já passei”, diz. De uma cadeia para outra, Lúcia acabou se acostumando aos hábitos de cada uma, até a uma minuciosa revista. “Passava nua no detector de metal, de frente, de lado, de costas. Isso tudo depois de ter ficado de quatro na frente de cinco mulheres. Era constrangedor”, lembra.
As primeiras visitas íntimas aconteceram na própria cela. “Você tinha que fazer sexo quase que na frente de todo mundo. Pendurava um lençol e aumentava o volume do rádio para abafar os gemidos. Era muito difícil”. Foram tantas transferências do parceiro que ela fez amizades com mulheres de condenados de todo o tipo, como ela própria, namorada de um condenado por tráfico de drogas. “Morávamos juntos e sabia do envolvimento dele. Dava conselhos, mas ele vivia em outro mundo. Não deu outra”.



Divulgação
São cinco anos em porta de prisão, sem faltar a uma única visita. “A primeira vez que pisei na cadeia foi uma sensação horrorosa, algo que jamais tinha imaginado viver. Por anos cheguei de madrugada, enfrentei filas enormes de mulheres e familiares. Só com muito amor para enfrentar tudo isso. O sofrimento é grande e a discriminação também. Já perdi alguns empregos por causa disso, sou julgada o tempo todo, até pelos familiares. Mas é dele que eu gosto”.


Lúcia chegou a trocar muitas cartas com o seu companheiro. “Ele escrevia declarações de amor para mim, abria o coração. Eu também escrevia, a maioria era dando força e dizendo que iria esperar o tempo que fosse necessário. Tudo era lido pelas assistentes sociais antes de chegar em nossas mãos”, lembra.



Lúcia tem esperado, mas como ele sempre teve muito medo de ser abandonado - até porque existem outros processos que ainda vão a júri, e pode haver mais condenação – ela decidiu casar. “Ele saiu da cadeia, fomos até o cartório e regularizamos nossa situação. No começo ele não queria casar porque achava que estava prejudicando a minha vida lá fora. Mas agora está mais seguro”.



Pequeno Dicionário Amoroso



Conheça o código do romance atrás das grades:



Correspondente: quem troca cartas com os presos.



Interditar: não permitir que a ex-companheira se relacione com outro bandido.



Mulher firmeza: companheira que não falta às visitas semanais.



Talarico: homem que paquera a mulher do outro.



Ratinho: fazer sexo em local tampado apenas por um lençol.



Amor inesperado



Era um domingo de verão de 2005. Ana* foi ao presídio acompanhando uma amiga que visitaria o namorado. Era chegar, visitar e voltar para casa. Só que na vida, nem sempre tudo acontece como programado. Naquela manhã ela se apaixonou pelo preso da cela ao lado, um homem branco, cabelos curtos, olhos claros e condenado a 20 anos por latrocínio (roubo seguido de morte). Sem medo do passado dele, o romance, tipo folhetim, engrenou. “Tem coisas na vida que a gente não escolhe, apenas acontece. Aconteceu comigo e, desde então, passei a ser mulher de porta de cadeia”, conta ela, que não quis entrar em detalhes de sua história.



Assim como Ana, muitas mulheres preferem não se expor. A maioria disse que não daria entrevista. “Por que falar para o jornal se a gente será julgada? É isso que acontece o tempo todo”, diz uma linda jovem - de cabelos loiros, aparelho nos dentes e aparentando ter 23 anos – enquanto aguardava o ônibus para a Serra. “Se ele era meu parceiro aqui fora, porque iria abandoná-lo?”, questiona.



A psicóloga Patrícia Rocco explica que o fato das mulheres serem fiéis a seus parceiros é uma questão cultural. “O papel da doação e da compreensão sempre foi da mulher. Ela é a mantenedora e o seu papel é cuidar da relação e do bem-estar do marido. Por isso essas mulheres não abandonam seus companheiros, o amor que elas têm por eles e nem a crença de que eles mereçam outra chance”, explica. Atualmente o sistema penitenciário capixaba tem 15.691 presos, sendo que 7.155 são condenados e possuem o direito da visita íntima. De acordo com Eugênio Coutinho Ricas, subsecretário para assuntos do Sistema Penal, as visitas sociais e íntimas acontecem para a ressocialização do preso. “Elas ocorrem em salas, que existem desde 2007, para assegurar a privacidade do detento e de sua parceira”.



Experiência da vida



“A tragédia da vida de meu marido foi estar na hora errada, no lugar errado. Dizem que ele matou dois adolescentes que estavam roubando, mas é mentira. Ele foi ajudar uma pessoa que estava sendo assaltada por esses menores a recuperar os documentos. No outro dia os meninos aparecem mortos. Aí começou o nosso sofrimento”.



O drama da professora Antônia*, de 55 anos, já dura seis anos. Mesmo julgado e condenado, ela acredita na inocência de seu amor bandido. O que mais a perturbava não era o crime, mas o tempo da condenação: 38 anos. “Nunca o julguei. Em todos os momentos estive do lado dele. A primeira vez que pisei numa cadeia eu chorei muito. Mas é a vida e nela você passa por tudo”.



Com 30 anos de casados, três filhos, ambos com curso superior, ela nunca pensou em abandoná-lo. “São seis anos frequentando porta de cadeia. E mesmo com tanto tempo as visitas não são menos doloridas. Dói do mesmo jeito da primeira vez”. Desde então, Antônia também é uma prisioneira. “Nunca mais tive uma sexta-feira e um domingo (dias de visitas) normais. Meu marido sabe do meu sofrimento. Ele é muito forte para aguentar o que está suportando na idade dele, aos 55 anos”. Para apaziguar o sofrimento, ela já mandou várias cartas, e pensou até em suicídio. Vive às voltas sonhando com o dia que o marido ganhará a liberdade. Enquanto isso não acontece, a cada 15 dias, todas as tardes de sexta-feira, ela atravessa aquele portão de ferro. "Vou ver o amor da minha vida”.



Loucas de amor



As histórias de mulheres que se apaixonaram por bandido sempre causaram curiosidade. O Maníaco do Parque, apelido dado a Francisco de Assis Pereira, acusado de 10 mortes e 11 ataques sexuais, era um dos campeões de recebimento de cartas amorosas no presídio em que cumpre os primeiros dos 274 anos de prisão aos quais foi condenado. Impressionado com os números, o jornalista Gilmar Rodrigues escreveu “Loucas de Amor - mulheres que amam serial-killers e criminosos sexuais”, onde conta histórias dessas mulheres iludidas e até as transcrições de cartas. Segundo o autor, existem vários tipos de mulheres – desde as muito pobres até as universitárias, de classe média e bonitas. Na maioria das vezes, são mulheres que nunca tiveram bons relacionamentos, sofreram abandono na infância ou abuso sexual, não tiveram amor e carinho dos pais, têm baixa autoestima e uma visão romântica e infantilizada do amor.



*Os nomes são fictícios para preservar as personagens e seus companheiros



gazetaonline

Já levou um Pé na Bunda?

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Costumamos nos apegar muito a pessoas, daí vem as ilusões – achamos que, depois de um beijo (ou algo a mais), o fulano é o nosso príncipe encantado. Ledo engano. Às vezes estamos tão iludidas que mal percebemos os sinais de que ele não está afim de algo mais sério. Levar o “pé na bunda” pode não ser tão doloroso quando encarado com bom humor. Mas essa atitude desencanada não vem do nada. Antes é preciso levar (e dar)muitas risadas, encarar os olhos inchados, o pote de sorvete…Quando alguém não está nem aí para você, é fácil perceber. A pessoa começa a tratar você como algo comum, não como uma prioridade.Você liga, ele ou dá um Toco (não atende, ou finge que o celular não pega) ou fala com você de maneira evasiva e sempre fica mudo do outro lado da linha. 
Vamos ser categóricos: quem quer, corre atrás. Combinar um encontro e desmarcar em seguida também pode significar que ele não está tão na sua assim. Se durante o encontro ele fica olhando a hora, checando o celular e esquece detalhes da sua vida que você já contou antes, esses também são sinais claros de que o interesse não é tanto.
Quando o pretendente não te atende o celular propositalmente, é o mais comum. Por isso, esse é o pai dos tocos .
Mesmo com todos os cuidados, o toco é inevitável. A princípio, aconselho curtir a fossa, mas não por muito tempo. “Viva o luto: chore, analise o toco por todos os ângulos, desabafe com as melhores amigas. Mas não fique muito tempo nessa. A forma mais eficiente de esquecer um fora é tentar flechar um novo coração.” Analise os defeitos do ex e, claro, cabeça erguida! “Assim, você verá que ele não é tudo isso que pensa e poderá encontrar algo muito melhor. Coloque o seu vestido mais sexy e parta para uma balada forte com as suas amigas”, hoje mesmo.
Ninguém irá superar o toco por você e, para isso, você precisará de sua autoestima elevada. Como? “Sempre se colocar em primeiro plano. De nada adianta ser uma mulher linda, bacana e inteligente se você mesma não é capaz de dizer isso para você todos os dias”. Você deve se ver como a pessoa mais importante e, assim, fazer-se bem: “um curso, um esporte, uma aula, um passeio, buscando a companhia de amigos verdadeiros, de parentes que te coloquem para cima e afastando todas as palavras negativas que o ex te disse e que insistem em ficar martelando na sua cabeça.”
Entretanto, às vezes não queremos partir pra outra. Nesse caso, você deve analisar seu campo de batalha e ver se é viável insistir. “O melhor a ser feito é deixar o tempo passar e ver o que vai rolar do momento do toco em diante. Suma da vida dele e só depois veja o que poderá ser feito. Num primeiro momento, deixe a vida agir e não dê importância a quem não te merece”. Se valer a pena, empunhe suas armas e insista. “Mas tem que insistir com inteligência. A melhor estratégia é mesmo fingir que não ligou muito e que já têm outros interesses. O toco pode ser revertido, mas a insistência burra e simples é como dar murro em ponta de faca. Quando o cara que te deu o fora a vir, terá uma surpresa! E com certeza irá se arrepender”. Se nada disso adiantar (ou você ver que o cidadão não vale a pena), o negócio é partir pra outra. E não pense que existem grandes regras de etiqueta. “No amor e na guerra, vale tudo”


É o amor real, que prova que só vamos achar alguém legal quando aceitarmos a nós mesmos e todas as nossas fraquezas. Quando o amor verdadeiramente acontece, é preciso rasgar os manuais e deixar-se levar por ele..

Linguagem Corporal

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Tipos de Homens que as Mulheres gostam:

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