sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

O diálogo no relacionamento.

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O diálogo no relacionamento é como a respiração é para a vida. O relacionamento tende ao fracasso quando as linhas de comunicação não estão abertas. Quando existe diálogo o relacionamento supera qualquer coisa.

A necessidade de estar com a razão prejudica o diálogo. A pergunta é sempre a mesma: “Você quer ficar em paz ou quer estar com a razão?” Você não pode ter ambos. Quando você reconhece para seu parceiro que errou, estará inspirando-o a fazer o mesmo, e mesmo que isso não aconteça, sua atitude beneficiará sua relação consigo mesma.

Descarregar nossas emoções negativas sobre a outra pessoa também é uma atitude prejudicial. Caso você tenha o hábito de fazer isso, saiba que tem um bom trabalho de autoconhecimento a fazer.

Outro item importante: não deixe que as coisas se acumulem. Alguns casais passam o tempo todo discutindo a relação e não sabem deixar de lado os problemas e se divertir. Muitas vezes o melhor remédio é simplesmente curtir a companhia um do outro. O inverso disso é deixar que as coisas se acumulem dentro de nós, causando uma espécie de “erupção vulcânica”. Aí, sim, é difícil conter a catástrofe.

No tema diálogo entra também o respeito às diferenças de opiniões. Nem sempre no relacionamento concordamos com as opiniões do outro, mas devemos sempre chegar a um consenso através do diálogo. Cada pessoa pensa de uma forma; aliás, seria muito chato num relacionamento se isso não ocorresse. Devemos nos lembrar das características individuais de cada um. Que não somos cópias um do outro, mas sim seres únicos e individualizados; assim, nunca haverá um perdedor e um ganhador, mas uma situação em que ambos saem ganhando.

É imprescindível aprender a ouvir o parceiro antes de colocarmos nossas próprias opiniões e pensamentos sobre o que estivermos tratando. O ato de ouvir está intimamente relacionado com o cuidado e respeito que você tem pelo seu parceiro.

Dentro do processo de diálogo também é importante não ficar na defensiva e se sentir insultado por qualquer coisa que ouvir do outro. Isso é uma falha de caráter proveniente talvez de um passado onde o amor por si mesmo não foi desenvolvido, a auto-valorização e auto-imagem estão nulas e o poder pessoal não existe. Então, qualquer coisa que o outro discorde ou fale, mesmo que seja de uma maneira tranqüila e delicada, a pessoa se sente afetada. Essas pessoas precisam de um tratamento ainda mais amoroso e de muito diálogo com seu parceiro até que superem essa falha de caráter.

Expresse seu amor verbalmente. Diga muitas vezes “amo você”. Muitos problemas poderiam ser evitados no relacionamento se essas duas palavras fossem ditas mais frequentemente. Às vezes um dos parceiros não se sente amado e as expressões de amor e de afeição do outro dão-lhe segurança e fortalecem o relacionamento gerando harmonia e sentimentos positivos.

Uma outra situação é quando não sabemos quando falar e quando calar. Deixar de falar algo para não magoar é uma atitude nobre que, às vezes, pode ser apropriada. Quase sempre, quanto hesitamos em nos expressar, acabamos criando distanciamento e mágoa. Mas, quando de uma forma respeitosa, imparcial e terna, nos abrimos com nosso parceiro, não há perigo de o magoarmos. Para amenizar a reação do parceiro diante do que você tem a dizer, primeiro faça alguns comentários agradáveis e só faça críticas quando for realmente necessário e ele estiver disposto a ouvi-las. É melhor ficar calado caso essas críticas gerem desentendimentos. Muitas vezes as pessoas expressam sua opinião mais para agradar a si mesmas do que para ajudar o parceiro. Investigue com cuidado suas motivações.

Dialogar é compartilhar!

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